CRÔNICA: no país da suruba, o voto é o nosso redentor – por Arimar Souza de Sá | Notícias Tudo Aqui!

CRÔNICA: no país da suruba, o voto é o nosso redentor – por Arimar Souza de Sá

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ColunistaArimar Souza de Sá

Repaginando as notícias recentes sobre o arcabouço político nacional, onde a metástase vaginal de uma Nação cambaleante, reflete-se nos Municípios, Estados e União, por honestidade devemos admitir: todos nós brasileiros somos culpados dessa miséria moral que se abateu sobre nosso país.

Miséria sim! A corrupção, como um cancro mole, destruiu as cabeças dos governantes, dos vereadores, dos Deputados, dos Senadores, como se todos estivessem na arca de Noé, sob as ondas do mar revolto, mas desfrutando dos prazeres da carne numa memorável festa do “cabide”.

Sem insuflar discórdias, mas nós brasileiros, somos os culpados, muito culpados, posto que não utilizamos a nossa arma, com a pontaria correta, isto é, o nosso voto, para escolher os nossos governantes com a qualidade que, no íntimo, nós próprios almejamos.

A questão é embrionária, isto é, a raiz está nos partidos políticos que selecionam mal os candidatos, sem o devido preparo moral e intelectual e o povo, idiota, os aclama e os faz ascender ao poder, quando alguns deles, sequer, enxergam a própria ponta do nariz.

O único empecilho, justificam os dirigentes dessa confraria de amigos, é a lei da Ficha Limpa. Mas como eles não se permitem apear do poder, indicam os filhos, os primos, os cunhados, os pais, porque atentem, cada Estado tem seus donatários, como se estivéssemos no período colonial. Veja os exemplos: da família Sarney, no Maranhão, dos Barbalho, no Pará, dos Bornhausen no Sul, dos Viana no Acre e, assim por diante, sem que haja dura lei que os proíba desse escarnio.

Enquanto isso, as instituições cambaleiam. O judiciário, por exemplo, estampou nos últimos dias, um conflito sem precedente na história da justiça brasileira. Vejam as bravatas dos ministros Barroso e Gilmar Mendes, lavando roupa suja em rede nacional e, também, a pressão imposta à Presidente da Corte, Carmem Lucia, pelos seus pares, para livrarem a cara do ex-Presidente Lula que, mesmo condenado em segunda instância, vem desafiando a justiça, enquanto que outros transgressores, na mesma situação dele, já mofam nos cárceres dos estados. Este é, ou não é, um país de M.?

O Rio de Janeiro, em meio a todo esse desregramento dos costumes, transformou-se em Praça de Guerra, impondo inclusive a presença das Forças Armadas. A operação Lava-Jato, da República Curitibana, está ameaçada face a decisão que se espera do plenário do STF no julgamento do caso Lula no próximo dia 04 de abril.

Revoltados com toda essa balbúrdia e insegurança jurídica imposta pela suprema Corte, os juízes da federação já começaram a dar sentenças com base no “princípio Lula”, uma espécie de deboche ao Supremo. E haja condenados nas ruas!

Fora do país, a saraivada corruptiva de nossa petroleira, teve efeito fulminante e até já derrubou o presidente do Peru. Mas, por aqui, a justiça parece não ser capaz de amedrontar o líder do PT, que, mesmo condenado, continua a bradar em alto e bom som, pelas ruas e estradas do Sul, em plena campanha política fora de tempo, que é o mais honesto dos políticos brasileiros, “pisando no pé” e chamando para a briga os homens de toga. Faz o quer, como quer, e o braço forte da lei não o alcança nem com reza “braba”. Contudo, se o delinquente fosse um ladrão de galinha, coitado!

A condenação de senadores, deputados, ministros e outras autoridades, passou a ser o cotidiano do noticiário brasileiro; agora, até o Bispo e Padres de Formosa-GO, entraram na dança da corrupção, que já chegou na sacristia. Embaralhou-se tudo, virou suruba o Estado brasileiro. É preciso luz, sim luz, para viabilizar-se um país melhor. Socorro!

O poder, segundo a Carta Magna, é do povo e só o voto é capaz de modificar o quadro atual, banindo a velha Oligarquia institucional, antes que sejamos surpreendidos, novamente, pelas forças armadas nacionais e os tanques voltem a roncar pelas ruas do país.

Vamos, assim, eleger caras novas, utilizando a vassoura de Jânio Quadros, retirando de nosso convívio a obsoleta massa corruptiva nacional e as ameaças do comunismo no Brasil, patrocinadas pelos partidos de esquerda, que no poder nesses 14 anos, quase nos levaram à bancarrota.

O mensalão, o petrolão, são episódios que denegriram o país no contexto internacional, ambos construídos pelo ordenamento político atual, que deve ser substituído por outros brasileiros, antes é claro, que todos apodreçam e se transformem numa horda de miseráveis, submetidos aos donatários internacionais e a sanha de urubus, ditando ordens, mas sempre mancomunados e a serviço do poder.

É tempo de reflexão
Amém !


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