A aposta de Hildon na história, cultura e turismo de Rondônia



 

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, garantiu recentemente, que até o meio desse ano entregará à sociedade rondoniense, o Complexo Histórico, Cultural e Turístico Rio Madeira completamente revitalizado e cheio de novidades.

Uma delas é espaço para o comércio de ambulantes e artesãos, que está sendo construído e os usuários serão selecionados por chamamento público. E, também, espaço gourmet, onde o visitante se deliciará com a culinária amazônica e, especialmente, rondoniense.

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Outra novidade é o espaço para o museu, obedecendo critérios técnicos de exposição e valorização das peças. E, ainda, um amplo calçadão à margem do Rio Madeira, assentado na estrutura definitiva do enrocamento, ao custo de R$ 10 milhões, feito com 220 mil metros cúbicos de rochas, transportadas da margem oposta e colocadas no lugar onde antes era a ribanceira de terra, lisa, escorregadia e poluída.

E, também, espaço para a instalação de mais um mercado popular, tipo Mercado Central e Mercado do Um. Além de grande área para estacionamento rotativo.

O poder do diálogo

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A obra, de R$ 30 milhões no total, nasceu da articulação do prefeito Hildon com os governos federal, estadual e a Usina Hidrelétrica Santo Antônio que, além de entrar com recurso no montante de R$ 26 milhões como contrapartida à sociedade, também faz a execução do projeto. Do total, o município, o estado e a União estão participando com R$ 2 milhões cada um.

A infraestrutura

E para que a obra tenha durabilidade, após duas tentativas de revitalização em outras gestões, onde milhões de reais foram gastos sem resultado prático, estão sendo feitos serviços de drenagem com tubulações de 1 metro de diâmetro, dentro da área de 11 hectares e nas avenidas Farquar e 7 de setembro, no entorno do complexo.

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O projeto inclui também a inédita construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto(ETE) que está em plena execução.

No plano de Hildon Chaves está a recuperação da estrada de ferro no trecho Santo Antônio à Candelária, onde um trem com vagões fará o trajeto turístico. A máquina será recuperada pelos remanescentes ex-ferroviários da Madeira Mamoré.

- Eles são os grandes parceiros desta obra. E são eles que ainda detêm a tecnologia e o conhecimento para consertar e ‘fabricar’ peças do trem, coisa que não existe mais em canto nenhum, diz o prefeito.

A promessa é portentosa, e o desafio de realizar, também.

- É a obra mais completa, mais complexa e mais profunda do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que se realiza, enfatiza Hildon.

História e autossustentabilidade

A verdade é que prefeito visualiza um complexo de história, cultura e lazer funcionando 24 horas, de forma autossustentado, garantindo sua permanência e manutenção, para que nunca mais seja precarizado e abandonado como vem ocorrendo há décadas.

Construída no início do século XX, entre 1907 e 1912, a obra da estrada de Ferro Madeira Mamoré vinha se arrastando desde o final do século XIX. E o que hoje se conhece como Complexo da Madeira Mamoré, em Porto Velho, é um pouco do que restou da “Ferrovia do Diabo”, um dos maiores feitos da engenharia no mundo daqueles tempos.

Fora disso, ainda restam trilhos tomados pelo mato de Porto Velho a Guajará Mirim. E, também, restos de máquinas e equipamentos em alguns pontos da ferrovia que, antes, eram estações de embarque e desembarque de passageiros e mercadorias. Como a estação de Guajará, ainda razoavelmente preservada.

Fazer o enrocamento de pedras ...

na margem lamacenta, que o rio levou ema vez, ...

foi o maior desafio e a parte mais cara da obra ...

de revitalização de uma área ...

que o Rio Madeira invadiu várias vezes.

Agora, se constrói novos espaços ...

se revitaliza velhos galpões cheios de histórias ...

e espaços que abrigarão empreendedores ...

E visitantes, famílias e turistas ...

Que encherão cada canto com alegria, música e prazer.

Tudo está sendo preparado. Áreas de estacionamento ...

obras de drenagem pluvial ...

Com manilhas de 1 metro de diâmetro ...

acessos, tudo previsto no projeto.

O complexo, bem no centro da Capital de Rondônia ...

Se completará com a grande ‘Maria Fumaça’ correndo, resfolegando, apitando e fazendo fumaça sobre os trilhos da ‘Ferrovia do Diabo’ entre a Vila de Candelária e a antiga Vila de Santo Antônio.

Fonte: noticiastudoaqui.com

Com informações da tvdopovo.com

 



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