Vítimas denunciam sistema público registrando como Covid-19 mortes por outras causas



 

Antônio Machado da Silva, 71 anos, paranaense de Pitanga, faleceu no Cemetron no dia 12 de maio, às 19hs15min. Foi cadastrado em 8 de maio, fez coleta para teste na mesma data, e o Lacen recebeu a amostra no dia 9.

O resultado saiu no dia 11 como ‘não detectável para Covid-19’, assinado pela biomédica Maria do Socorro Rodrigues da Silva. No dia seguinte ele morreu.

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“Síndrome respiratória aguda grave Covid-19”, entretanto, é o que consta na Certidão de Óbito do Seu Antônio.

A informação é oriunda da cidade de Urupá, dada por um revoltado cidadão que não declinou o nome durante a gravação do vídeo, mostrando os documentos, supostamente oficiais, publicado nas redes sociais.

O autor denuncia a suposta fraude no serviço público de saúde de Rondônia e expõe sua indignação pelo fato de que, com essa ‘causa’ de morte fabricada, a família de Seu Antônio não pode se despedir e ele foi privado de um velório e um enterro digno e merecido.  

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“Nós estamos sendo enganados” constata o depoente. E completa: “isto ultrapassa qualquer tolerância”.

Fatos como esse alimentam às denúncias de setores da imprensa nacional e os comentários das pessoas de que as autoridades brasileiras estão ‘inventando e multiplicando’ óbitos de Covid-19 para com o objetivo espúrio de justificar as condições de calamidades públicas.

E estas, com a finalidade de proporcionar lucros corruptos oriundos de compras, contratos e construções de obras sem licitações em razão do aumento da Covid-19.

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O portal de notícias de Seringueiras planetafolha.com.br de hoje, 21, traz mais uma matéria com o título: Rolim de Moura: “Esposa divulga resultado de exame e mulher de 32 anos não morreu de Coronavírus” negando mais um registro supostamente fraudulento.

Veja o vídeo e faça o seu juízo.

Fonte: noticiastudoaqui.com

 



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