Passamos das 1.000 mortes com os 9 óbitos de hoje. É pra chorar!



Nove novas mortes foram registradas no estado. Dados são da Secretaria de Estado da Saúde.

 

Mais de mil mortes pela Covid-19 foram registradas em Rondônia nos quase cinco meses de pandemia. Nesta sexta-feira (14) foram contabilizadas nove novas vítimas da doença, segundo dados foram divulgados em boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

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Também foram registrados 612 novos diagnósticos, chegando a 47.288 pessoas infectadas com o vírus.

As nove novas mortes registradas no estado foram em:

  • 4 em Ji-Paraná - uma mulher de 59 anos e três homens, de 45, 61 e 70 anos;

  • 1 em Ariquemes - uma mulher de 87 anos;

  • 1 em Buritis - uma mulher de 83 anos;

  • 1 em Candeias do Jamari - um homem de 75 anos;

  • 1 em Rolim de Moura - um homem de 71 anos;

  • 1 em Porto Velho - uma mulher de 68 anos.

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Ainda de acordo com a Sesau, foi constatado um óbito a menos para o município de Jaru, tendo em vista se tratar de um caso de Candeias do Jamari. Também foi identificado um caso a menos no município de Presidente Médici, em decorrência de duplicidade de registros.

As cidades com maior número de óbitos registrados são:

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  • Porto Velho - 603

  • Guajará-Mirim - 77

  • Ariquemes - 58

  • Ji-Paraná - 32

  • Vilhena - 31

Já as cidades com maior número de casos confirmados são: Porto Velho (24.736), Ariquemes (3.626), Guajará-Mirim (2.534), Vilhena (2.056) e Ji-Paraná (1.449).

Também foi informado que o estado tem:

  • 39.366 pacientes recuperados

  • 6.921 casos ativos

  • 374 pacientes internados

  • 146.720 testes realizados

  • 535 aguardando resultados dos exames no Lacen

Nesta sexta-feira (14), dos 214 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adultos disponíveis na rede pública do estado, 125 estão sendo utilizados, o que representa uma lotação de 58,4%.

A situação é mais crítica na macrorregião II, que atende municípios do centro-sul do estado e engloba os hospitais de Cacoal, Vilhena e São Francisco do Guaporé. Nessa região, a taxa de ocupação está em 78,7%, sendo que o Hospital Regional de Cacoal (HRC), que é referência para o tratamento da doença, tem apenas dois leitos disponíveis.

Fonte: G1RO

 



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