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O orgulho rondoniense por seu imenso e qualificado rebanho de boi vai na contramão da humilhação da sociedade que menos ganha – a absoluta maioria – que não tem acesso nem aos ossos do boi.
É só dá uma olhada nos preços da carne afixados nos açougues e supermercados. Logo se percebe que, embora o salário mínimo seja o mesmo do começo do ano, a carne, ao contrário vem dobrando de preço.
O que era de 3ª, agora custa o valor da de 1ª no começo do ano. As vísceras, antes desprezadas estão no valor da de 2ª. Nem os ossos sobraram para milhões de brasileiros desempregados e dependentes do Auxílio Emergencial.
Veja, sobre este assunto, o comentário do colunista do ‘Sem Papas na Língua’, no vídeo a seguir.
