Veja quando o acessório custa mais que o principal



 

As desigualdades no Brasil vão além do que a necessária e urgente ‘Reforma Administrativa’ pode fazer, ainda que todos os senadores e deputados concordem com a proposta do Palácio do Planalto, algo impossível, por ser uma proposição do Bolsonaro.

A inversão de valores começa com o ditame constitucional de que ‘ninguém’ pode ganhar mais que o presidente da República.

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Tadinha da nossa ‘Constituição Cidadã’. Veja isso: um ministro do STF ganha, no contracheque, R$ 39 mil; um senador ou deputado federal, recebe R$ 33 mil e o presidente da República, que é eleito para governar o país inteiro, ganha R$ 31 mil. Ficou ligado!

Assim, o motorista do Mercado Fruta Boa ganha R$ 1.500, o do município, R$ 2.500, o do estado R$ 3 mil, o da Assembleia, 5 mil e do Tribunal de Justiça R$ 7 mil. Todos fazendo a mesma função, no mesmo país, sob a mesma moeda e a mesma Constituição.

Viu aí onde está a origem das desigualdades? Como pagar a mesma coisa para mulher, preto e branco? É sobre isso que o colunista do ‘Sem Papas na língua’ se manifesta hoje.

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Veja o vídeo, pense, faça seu juízo e tome posição. São só 3 minutos.

Fonte: noticiastudoaqui.com

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