Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo diesel em Rondônia
Por: Redação | Publicado em: | Categoria: Municipio
Plano de transformação previa investimentos nos três primeiros anos de concessão para desativação de 13 térmicas. Seis desligadas reduzem em 36 mil toneladas de CO2.
Linhões de 205 km e novas subestações de Cujubim e Vale do Anari levam energia limpa e de qualidade à região. Infraestrutura para desligamento de outras seis está em construção.
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No mês que líderes mundiais debatiam ações para redução da poluição no mundo durante a Conferência das Nações Unidas para o Clima, a Energisa cumpriu mais uma etapa do seu projeto de descarbonização. Apenas em novembro, a empresa colocou em operação mais duas subestações de energia, permitindo a desativação de duas usinas a óleo diesel em Rondônia, um dos quatro estados da Amazônia Legal onde o Grupo Energisa atua.
Cujubim e Vale do Anari são pequenos municípios do estado, com população estimada total de 37 mil pessoas, mas que juntas eram responsáveis pela emissão de 36 mil toneladas de CO2 por ano. Filipe Lima, gerente de obras de Alta Tensão da Energisa em Rondônia, afirma que esse é um importe passo no desenvolvimento da região e com sustentabilidade. “Estamos nos preparando para em dezembro desligar a térmica de Buritis, a maior termoelétrica do estado e que consume 24 milhões de litros de óleo por ano. Equivale a encher o tanque de uma caminhonete mais de 300 mil vezes. Esses municípios não serão mais dependente do combustível para as usinas funcionarem. Agora a energia que chega a suas casas tem a mesma qualidade e a mesma origem dos grandes centros”, disse.
Lima explica que a olho nu, uma subestação de energia aparenta ser apenas uma edificação repleta de equipamentos elétricos de alta voltagem responsável por adequar a energia ao nível adequado para consumo na cidade. Porém, para o meio ambiente é a possibilidade de fornecer energia elétrica milhares de famílias, mas com menos impactos ambientais. O investimento nos três pequenos municípios são de R$ 73 milhões investidos na construção das subestações e do linhão de cerca de 200 km que integra os municípios ao Sistema Interligado Nacional também traz mais segurança energética para as comunidades. “Apesar de ter apenas cerca de 21 mil clientes, as novas subestações tem capacidade instalada para distribuir energia para 75 mil casas populares. Segundo Lima, o projeto foi planejado para atender a necessidade atual e o crescimento futuro da região.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020, Cujubim é o segundo município de Rondônia com maior produção de peixe, especialmente o Tambaqui. Além de plantações de soja, milho, café, mandioca e pecuária de gado. “A energia gera desenvolvimento na cidade e no campo. Estamos vendo a economia e a vida das pessoas se transformarem nos municípios que já foram integrados ao SIN. Com Cujubim também será assim”, destacou Oliveira. Acesse www.energisajuntos/ro e confira relatos reais de moradores impactados pelo projeto de Transformação desenvolvido pela concessionária.
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