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Nesta sexta-feira (26) os moradores de Porto Velho respiraram como se tivessem confinados em um ambiente com a fumaça com 100 cigarros acesos. Foi o que afirmou o químico mestre e doutor em biologia experimental, César Guimarães por meio de vídeo publicado nas redes sociais da jornalista Luciana Oliveira.
De acordo com o químico nesta sexta-feira a região da capital alcançou um índice de PM 2,5 de 212 microgramas por metro cúbico. O índice máximo aceitável é de 20 microgramas por metro cúbico.
“É como se estivéssemos confinados num ambiente pequeno com 100 cigarros acesos, já que cada, possuiu cerca 2 microgramas. É o pior ar do mundo em termos de material particulado”, contou César Guimarães.
Aumento de queimadas
A fumaça da Capital é referente ao aumento do número queimadas na região. Nos primeiros 15 primeiros dias de agosto foram registrados 267 focos de queimadas em Porto Velho, de acordo com dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
De acordo com dados o nos últimos sete dias as queimadas na Amazônia atingiram uma média diária de focos de calor. Na segunda-feira (22) foi registrado um recorde de queimadas: 3.358 focos de incêndio, o maior número para o mês em pelo menos cinco anos na Amazônia.
(diariodaamazonia)
