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Tem desafios que o gestor público não pode recuar por medo da cara feia do problema. Pode fazer um monte de coisas boas, aplaudidas, reconhecidas. Mas ‘aquela’ situação continua lá, desafiando, causando dificuldades para a sociedade e desconforto para o desafiado, eleito e empossado.
Fica parecendo covardia. E este título não é edificante para um político bem avaliado, que quer seguir adiante.
A construção dos hospitais regionais, pelo governo do estado em parceria com os prefeitos dos municípios sede, é um destes casos, de urgente resolução, que vem se arrastando e empurrado pela barriga há décadas.
Guajará Mirim, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, são reclamados, cobrados e prometidos, desde a década de 90, por todos os governadores que passaram. Além de outros polos regionais que surgiram de lá pra cá.
Não importa o quanto de bom tenham feito em suas gestões. Sempre serão apontados como devedores. E culpados por vidas perdidas que, se tivessem tido coragem e determinação, teriam salvo. Existe algo mais valioso que a vida?
O governador Marcos Rocha ainda tem tempo para reverter está triste história e sombria expectativa. Se o TSE não lhe pegar antes, claro.
É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo a seguir e faça o seu próprio juízo.
Fonte: noticiastudoaqui.com
