Diretor de colégio da PM em Porto Velho se envolve em confusão durante Arraial



Diretor de colégio da PM em Porto Velho se envolve em confusão durante Arraial

 

BATE-BOCA

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Quem esteve presente ao “Arraiá do Coroné”, evento junino organizado por policiais militares, presenciou uma cena inusitada. O comandante da escola teria se recusado a prestar contas dos valores arrecadados no evento.

CONFERÊNCIA

As imagens da confusão foram parar nas redes sociais. O Diretor Geral do CTPM I, Major PM Lucas de Tarso, ficou irritado durante fiscalização de recebimento de dinheiro por membros do Conselho Fiscal da Associação de Pais e Mestres do Colégio Tiradentes I.

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MESAS

Segundo os organizadores do evento, o problema ocorreu porque o major Lucas de Tarso teria colocado à venda, por conta própria, mesas extras no local do Arraial, sem comunicar o Conselho.

MESAS 2

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Conforme o Conselho de Pais, cada mesa do “lote extra” teria sido vendida ao preço de R$ 60,00. O pagamento teria sido feito somente em dinheiro e sem contabilidade oficial.

MESAS 3

O Conselho de Pais afirma que ocorreram diversas reuniões para definir a quantidade de mesas, valores e forma de pagamento, inclusive com a participação do próprio major, diretor do colégio. Confira o vídeo aqui (https://www.facebook.com/brasil364/videos/800322441791216/?extid=CL-UNK-UNK-UNK-IOS_GK0T-GK1C&mibextid=2Rb1fB)

EXTRAS

Ao perceberem a provável irregularidade, membros do Conselho Fiscal, civis e militares, passaram a fiscalizar as vendas das novas mesas. De acordo com a Lei Estadual 3.161/2013, a gestão dos recursos financeiros recebidos pela escola são de responsabilidade da APP.

IRRITAÇÃO

Ao ser questionado sobre o destino do dinheiro arrecadado com a venda das mesas extras, o diretor da escola teria humilhado os servidores dizendo que não fala com Sargento nem Cabo.

IRRITAÇÃO 2

Além disso, o major Lucas de Tarso também teria debochando da referida lei e dos membros da Comissão fiscalizadora, se mostrando relutante em realizar o repasse dos valores.

COMBINADO

Os integrantes da comissão afirmam que durante toda a semana que antecedeu o Arraial, foi feita a organização do evento, com reuniões para definir como iriam ocorrer as arrecadações e a responsabilidade de cada participante.

COMBINADO 2

Teria ficado definido em conjunto que os valores referentes à venda de mesas seriam recebidos via transferência eletrônica para a conta da APP, para facilitar o rastreio e transparência. Seriam 120 mesas vendidas.

EXTRAS

A colocação de novas mesas, sem decoração, sem local adequado e sem controle de pagamento conforme definido anteriormente causou estranheza e chamou atenção da organização.

MEDIDA

Ainda esta semana, o Conselho Fiscal da Associação de Pais e Alunos do Colégio Tiradentes disse que vai tomar as medidas necessárias para a prestação adequada das contas do Arraial e representar contra  o diretor do Colégio Tiradentes por negligência e abuso de autoridade.

OUTRO LADO

O major Lucas Savino Nogueira Tarso, comandante do Colégio Tiradentes, não quis se manifestar sobre o ocorrido.

OUTRO LADO 2

O comandante da Polícia Militar de Rondônia, coronel  James Alves Padilha, não respondeu às mensagens da coluna.

(ouropretoonline)



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