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No dia 6 de outubro deste ano de 2024, acontecerá o pleito eleitoral, em 1º turno, para a escolha de prefeitos e vereadores para os 5.570 municípios dos 26 estados e um Distrito Federal da República Democrática do Brasil.
Serão 152 milhões de eleitores aptos a escolher, votar e eleger 5.570 prefeitos e 58.200 vereadores. A eleição pública direta e transparente, e a livre manifestação do eleitor, se constituem no pilar mais importante da democracia, sob a égide do império das leis.
Nestas eleições, o Poder Legislativo de Porto Velho contará com 23 cadeiras em disputa, por centenas de candidatos e candidatas buscando assento na mais básica Casa do Povo. A atual legislatura ainda é composta por, somente, 21 representantes dos portovelhense.
Nos 52 municípios de Rondônia, centenas de candidatos a vereador baterão na porta ou chegarão no celular de cada eleitor, se apresentando e pedindo voto, para conquistar o melhor emprego da cidade.
Muitos, há tempo, vêm se preparando para este momento, através de atos e ações de caráter coletivo e público. Claro, tudo muito divulgado nas redes sociais, portanto, são os mais conhecidos das pessoas de uma comunidade ou da cidade inteira. Outros, são pré-candidatos de última hora, jogando o barro na parede, para ver se cola.
O salário atraente é muito bom. E as vantagens financeiras agregadas a ele, são uma verdadeira tentação. O que faz o cargo ser bastante cobiçado. Tanto que, quem tem não quer perder, e quem não tem, deseja tê-lo ardentemente.
Mas também quem não quer? Em Porto Velho, o salário é de quase R$ 20 mil. Aí vem os ‘penduricalhos’ e outros direitos: verba de gabinete para contratar assessores; verbas compensatórias, para pagar despesas com o mandato; salário dobrado no começo e no fim do mandato, além do final de cada ano; diárias para viajar, se hospedar e comer bem, dentro do município, do estado e do Brasil. E, ainda tem os auxílios, como o de saúde e paletó, por exemplo.
E tudo isso, com carro, motorista e gasolina de graça. Claro que ainda tem os cargos comissionados conquistados junto ao prefeito, deputados e senador parceiro, para empregar a família e os amigos.
Viu aí? É muita coisa! Por isso, quando o cara sai do mandato do me$mo tamanho financeiro que entrou, é chamado de burro. Pois a absoluta maioria sai rico.
E qual é o trabalho mesmo? Fazer leis, indicações solicitando isso e aquilo pra aqui e acolá, e fiscalizar as ações do executivo. Esta última, ele só pratica quando o prefeito lhe nega alguma coisa.
É o caminho do patrimonialismo, da riqueza e da corrupção. Desta, poucas almas se salvam. E é só o primeiro andar do prédio chamado POLÍTICA.
Mas é ali a escola onde se recebe as aulas básicas fundamentais para a carreira, nas asas da alegria, ou da Polícia federal.
É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.
Fonte: noticiastudoaqui.com
