Dia Nacional do Tabefe na Nação, 21, do Abril Negro



 

O ‘Timoneiro da Democracia’ e ‘Guerreiro da Liberdade’, deputado federal Ulysses Guimarães, não partiu sem antes deixar à Nação a Carta de Alforria, libertando o povo brasileiro de todas as tiranias e crueldades a que foi submetido: a Constituição Federal.

Apesar da luta vitoriosa da Democracia e da liberdade, Ulysses ainda advertiu o Brasil sentenciando:

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Todos os esforços, aos quais se juntou o deputado Dante de Oliveira, congregando a Nação com a célebre campanha das ‘Diretas Já’, foram envidados para que não se cumprisse a assombrosa profecia do último presidente do período militar, João Baptista de Figueiredo:

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Então, caríssimo patrício, me diga o que você ver no Brasil nos dias de hoje, senão a mais clara execução desta macabra profecia que desprezamos, como cegos, surdos e mudos.

Pela pusilanimidade e boa-fé de parte da Nação, todos estamos purgando por conta dos nossos erros.

Agora, eles nem fazem questão de esconder ou fingir suas intenções. Estão imbricados, juntos, à semelhança das facções criminosas. E nos governam, nos ameaçam, nos prendem e nos matam, se divergirmos.

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Veja o que fizeram, num único dia, com a Justiça do Brasil, afrontando o regramento jurídico do país, a democracia e a Constituição Federal. Olhe só:

O Consórcio de Governo que age desse modo, às escâncaras, não dá a mínima demonstração de aceitar a alternância de poder pelas vias democráticas.

O que nos dizem com atos, ações e palavras, é que não ‘basta um cabo e um tanque’ para tirá-los do poder.

Somente eleições livres, justas e transparentes podem mudar esse cenário.

Mas, transparentes, como?

A derrocada do Brasil teve seu momento decisivo quando o ministro Fachin, do STF, anulou todos os julgamentos e condenações das instâncias inferiores, por um suposto erro de CEP, ou jurisdição, tirou da cadeia diretamente para o palanque o hoje presidente da República, Luiz Ingnácio Lula da Silva. Ex-cabo-eleitoral da ex-presidente Dilma, discreto e dissimulado, é um dos mais perigosos ministros da Corte Suprema. Ele é o magistrado autor da frase: ‘gratidão não é contra-prestação’. Exatamente o que ele fez.

Olhe a imagem, imagine do que tratam o presidente da República, Lula, e o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, dois dos Três Poderes do Brasil.

Esta imagem lhe sugere alguma coisa? Ela fala mais que mil palavras... o Poder Executivo, Lula, e o Poder Judiciário, ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal e presidente Tribunal Superior Eleitoral, ajustam alguma coisa. A favor ou contra quem?

Preste atenção! Veja se nesta imagem tem algo parecido com Justiça, compaixão, piedade, caridade e amor. O que o ministro Alexandre de Moraes passa às pessoas e à sociedade é fruto de suas ações e condutas. E não tem sido coisas boas.  

E aqui, do que tratam? De interesses da Nação ou de negócios? A expressão dos dois é da mais pura velhacaria.

Agora, o ‘meu advogado’, ministro Danin, que fez Gilmar Mendes chorar, recebe a ‘missão’ junto ao STF e se coloca à disposição. Bom menino. Fará tudo direitinho.

O presidente do STF, ministro Barroso, se orgulhando dos seus feitos: ‘nós derrotamos o bolsonarismo’. Parece assegurar ao ‘Chefe’: fique tranquilo, o ‘Poder Moderador’ está com o senhor.  

Esta imagem do Presidente da República e o seu orgulhoso ministro comunista, Flávio Dino, demonstra mais que cumplicidade: são irmãos siameses, inseparáveis. Se olhar feio pra um, ofende o outro. E paga caro.

O ministro Toffoli, do STF, não serviu para ser juiz de comarca de 1ª instância. Foi reprovado duas vezes. Mas os padrinhos José Dirceu e Lula, o transformaram em juiz da Suprema Corte. Por isso acabou de anular todos os processos com provas e tudo de Marcelo Odebrecht. Não é uma pujante demonstração de ‘notório saber e uma conduta ilibada’, em plena ação contra a CF?

O Código Penal afirma que conluio entre três ou mais é ... Bom, é melhor ficar por aqui. Como suspeitar de três anjos infernais desse naipe?

No Brasil deles, os acordos garantem bonança e permanência no Poder.

No Brasil real, nas horas difíceis, o povo só conta com a solidariedade do próprio povo, dos brasileiros. Os chefes do Consórcio de Governo, tão ‘bonzinhos’, não apareceram nem para mitigar a dor desta mãe e sua filhinha no desastre climático do Rio Grande do Sul.

E nem para dar um abraço de consolo nesta mãe desesperada. 

Ou ajudar a salvar idosos vulneráveis

Ou socorrer multidões nas águas tentando salvar a vida. Onde estavam os Três Poderes?

‘Toda vida importa’, não é o que diziam durante a Pandemia da Covid? Será mesmo?

Sem rumo, sem destino, sem ajuda dos governos.

Somente os voluntários, de todo o país, se uniram para salvar vidas.  

Todas as vidas que puderam ser salvas, mesmo com o risco da própria vida.

Mesmo com quase duas centenas de mortos, não se ver empatia nem medidas concretas advindas dos poderes da República. A incompetência é gritante.

O que testemunhamos, é o uso da desatenção das pessoas em função do ambiente de comoção nacional, para perpetrarem as mais abomináveis ações contra o conjunto da sociedade, e o uso político da tragédia, nas poucas ações anunciadas.

Assim, as advertências de Ulysses Guimarães são jogadas no lixo, junto com a ‘Constituição Cidadã’ pela qual deu a vida, enquanto a terrível profecia do General Figueiredo se cumpre além até do previsto.

Fonte: noticiastudoaqui.com



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