A política lá e a polícia cá



 

As ações da política mandam na nossa vida. E os atos e as omissões da polícia, também.

Aliás, sistema de segurança das pessoas e dos seus patrimônios, envolve todo o aparato policial e judiciário. Hum! Mais ainda: o poder político parlamentar.

Continua após a publicidade.

Como se observa, nossa segurança depende da ação ou omissão dos três poderes da República: o Parlamento, que faz as leis; o Executivo que tem as polícias para prender quem burla a lei, e guarda os presos; e o Judiciário, que manda prender, julga, condena ou inocenta o réu. E ainda vigia o preso e o Estado, durante o cumprimento da pena.

Mas falemos da política, que está incendiada no Congresso Nacional por conta das eleições das mesas diretoras do Senado e da Câmara dos Deputados. De lá, vem as decisões que impactam, diretamente, nas nossas vidas

O que parecia faca na manteiga para Davi Alcolumbre, no Senado e, para Hugo Motta na Câmara, até poucos dias atrás, parece que virou faca em coco de tucum.

Continua após a publicidade.

Alcolumbre se depara com as candidaturas de protesto do senador astronauta, Marcos Pontes e Eduardo Girão que poderá causar algum embaraço. E Motta, dá de frente com a postulação de Marcel Van Hatten, que pode surpreender, dado o prestígio que goza dentro e fora da Casa do Povo.

Mas tudo estará decidido no próximo domingo, dia 1º de fevereiro, quando ocorre as eleições das mesas diretoras dos parlamentos federal e estadual. E todo esse movimento é só um jogo de xadrez, cujo resultado só veremos em 2026 quando, você e eu, decidiremos para que lado soprará o vento.

Aqui em Rondônia esta parada já está resolvida. Dia primeiro de fevereiro, só ocorrerá a posse dos componentes da Mesa Diretora   sob o comando do deputado Redano, já eleito, antecipadamente, dois anos atrás.

Continua após a publicidade.

Já no âmbito da segurança pública, o assunto que mais preocupa os brasileiros, o governo de Rondônia presta conta, diariamente, do resultado das ações conjuntas do sistema policial que, com ajuda de estados vizinhos e do governo federal, combate às facções que paralisaram a Capital do estado por uma semana. E com fortes reflexos nas cidades interioranas.

Fato ocorrido durante as férias do governador Marcos Rocha e enfrentado por seu vice-governador Sérgio Gonçalves.

Após o retorno, Rocha vestiu a farda de coronel da Polícia Militar de Rondônia e fez imagens passando a tropa em revista. Não caiu bem nas redes sociais. Afinal, não interrompeu as férias para vir combater o exército de criminosos, do ‘estado paralelo’, que implantaram o pânico na cidade.

E isso repercutirá na sua campanha rumo ao Senado, já que passou recibo de sua ausência no momento mais dramático que o povo viveu, e ainda pôs pólvora nas espingardas dos adversários.

Por fim, mais de 3 mil abordagens já foram realizadas e mais de 120 suspeitos foram entregues às autoridades.

Mas as facções não pararam de agir. Todo dia se registra os mais escabrosos casos de violência na Capital e no interior do estado.

Não dá para cantar vitória. Somente uma redução da violência, durante uma trégua não declarada.

O estado e o governo precisam fazer muito mais. É o que se espera.

É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje.

Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ publicado toda terça-feira, às 17hs30.

Veja agora, manifestações complementares sobre os fatos acima, em pequenos vídeos.

 

Fonte: noticiastudoaqui.com                                    



Noticias da Semana

Veja +