Dória: "Salve sua biografia". Guedes: "Brasil vive democracia barulhenta, mas virtuosa"



 

 

Em meio à pandemia do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), travaram uma disputa sobre o tema. Enquanto o tucano incentiva o isolamento social como forma de combate ao aumento de novos casos, que já resultou em mais de 5 mil mortes no país, o presidente luta pela volta ao trabalho daqueles que não fazem parte do grupo de risco, contrariando recomendações de órgãos mundiais de saúde.

Essa guerra de narrativa, entretanto, tem se transformado em uma disputa política entre os ex-aliados. E com a saída de Moro do governo, que ao deixar o cargo acusou Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal, Doria aproveitou para enviar uma mensagem ao ministro da Economia, Paulo guedes, incentivando também sua saída. Guedes é considerado o principal pilar do governo do capitão.

Segundo o site, a opinião média à mesa foi a de que Doria está realmente em processo de forte atuação política em meio à atual crise provocada pela pandemia de coronavírus. Empresários e Bolsonaro acham que o governador de São Paulo pretendia desestabilizar o governo ao estimular a saída de Paulo Guedes.

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Doria e Guedes são antigos conhecidos. Os 2 quase foram sócios quando o hoje ministro da Economia era investidor na empresa HSM, uma plataforma de educação corporativa, e o tucano ainda estava no comando do Lide, a empresa de eventos e relacionamentos mais conhecida do país. A sociedade não prosperou e os dois voltaram a se aproximar nas eleições de 2018.

Ao Poder 360, João Doria disse: “Foi uma conversa pessoal. Não pública”. Não quis comentar o conteúdo do diálogo.

Fonte: Carta Capital 



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