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Desde as 20h de ontem, o Brasil registrou 2.399 mortes por covid-19, chegando a um total de 454.623 óbitos pela doença. Os dados são obtidos pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de saúde.
Com isso, a média móvel de mortes ficou em 1.823. O dado representa a média diária de óbitos calculada a partir dos registros dos últimos sete dias.
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Também foram registrados 79.459 novos casos de coronavírus. O país chegou a um total de 16.275.440 diagnósticos da doença.
Os dados não representam quando os óbitos e diagnósticos de fato ocorreram, mas, sim, quando passaram a constar das bases oficiais dos governos.
Sete estados reportaram mais de cem mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. A soma do total de vítimas destes locais (1.806) representa mais do que a metade do total de mortes no país:
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São Paulo - 666
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Minas Gerais - 364
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Rio de Janeiro - 227
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Ceará - 184
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Rio Grande do Sul - 132
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Bahia - 120
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Paraná - 113
Dados do Ministério da Saúde
Em boletim divulgado nesta quarta-feira (26), o Ministério da Saúde informou que o Brasil reportou 2.398 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, a doença causou 454.429 óbitos em todo o país.
Pelos dados do ministério, houve 80.486 casos confirmados de covid-19 no Brasil entre ontem e hoje. No total, o número de infectados subiu para 16.274.695 desde março de 2020.
O número de pessoas recuperadas da doença chegou a 14.733.987, de acordo com o governo federal. Outras 1.086.279 permanecem em acompanhamento.
Veículos se unem pela informação
Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.
O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.
(Uol)
