Cooperação internacional tornará possível investigar envolvidos no esquema
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Nesta quinta-feira (17), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o pedido de cooperação internacional feito pela Polícia Federal (PF). Desta forma, autoridades dos Estados Unidos poderão quebrar o sigilo bancário das contas dos investigados no caso das joias presenteadas pela Arábia Saudita na Flórida.
As contas que perderão o sigilo são do o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid e de seu pai, general Cid e, se houver, do advogado Frederick Wassef.
A decisão foi tomada após Wassef admitir que viajou aos Estados Unidos e recomprou o relógio Rolex que foi vendido.
O pedido também pedirá que o FBI investigue as joalherias e lojas onde foram vendidos kits e relógios dados de presente ao governo brasileiro. O objetivo é chegar nas pessoas físicas que transacionaram ilegalmente esses bens e onde foi parar o dinheiro obtido das vendas.
(pleno.news)
