CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ
Por: Redação | Publicado em: | Categoria: Nacional
Após uma jovem de 18 anos denunciar o ministro, o CNJ recebeu outra acusação de assédio sexual contra Marco Buzzi

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu, nesta segunda-feira (9/2), nova denúncia de assédio sexual contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi. Fontes ouvidas pela coluna afirmaram que o corregedor, ministro Mauro Campbell Marques, ouviu declarações da nova suposta vítima e registrou oficialmente a denúncia.
Conforme mostrou a coluna Grande Angular, o ministro Marco Buzzi foi alvo de grave acusação de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos, que passava as férias de janeiro hospedada na casa do magistrado, em Balneário Camboriú (SC). O nome do magistrado acusado de assédio foi revelado pelo Metrópoles.
A moça é filha de um casal de amigos do ministro. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou, por três vezes, agarrá-la.
Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou aos pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.
A nova vítima, ouvida pelo CNJ nesta segunda, seria uma ex-funcionária do gabinete de Buzzi no STJ.
Sindicância
Hoje, o pleno do STJ tem instaurada uma sindicância para investigar a primeira denúncia de assédio, da jovem de 18 anos. O caso também chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Nunes Marques é o relator. O segundo caso ainda está na esfera do CNJ.
Em nota, a defesa de Marco Buzzi disse lamentar “o vazamento antecipado de informações não checadas, alheias aos canais institucionais e antes mesmo do acesso da defesa aos autos”.
“Até o presente momento, a defesa não teve acesso aos autos, muito embora já tenha apresentado pedido de habilitação desde a semana passada. Não há, portanto, qualquer base jurídica ou factual que permita manifestações responsáveis sobre fatos ainda indefinidos — muito menos julgamentos públicos antecipados”.
E prosseguiu: “O ministro Marco Buzzi não cometeu qualquer ato impróprio, como será possível demonstrar oportunamente no âmbitos dos procedimentos já instaurados”.
(Metropoles)
Noticias da Semana
“Quero saber em quais gabinetes Viviane Barci e Vorcaro foram”
Após pedido de Trump, 14 países classificam PCC e CV como terroristas
Mara Pavanelly e Mastruz com Leite são as atrações nacionais confirmadas pela Prefeitura para os 112 anos de PVH
Vendaval arranca telhados e árvore esmaga Corolla zero km durante forte temporal em Ji-Paraná
Cavalo cai em fossa profunda e mobiliza bombeiros em operação emocionante em Ji-Paraná
Pesquisas revelam disputa pulverizada e 35,1% de indecisos na corrida pela Assembleia de Rondônia
Jornalista e escritor Zuenir Ventura morre aos 95 anos
Michelle Bolsonaro é internada em Brasília nesta terça-feira (22/9)
Furia promete revogar “perdão” à Energisa: “É dinheiro do povo de Rondônia”
AROM divulga 1º Congresso Internacional de Políticas Públicas da Amazônia promovido pela UNIR
Suplente Marcelo Lucas reforça compromisso de Sílvia Cristina com setor produtivo