Parlamentar será acompanhada por três deputados pedetistas e outros três do PSB. Eles alegarão perseguição política
deputada federal Tabata Amaral (SP) vai entrar nesta terça-feira (15/10/2019) com uma ação contra o PDT, junto à Justiça Eleitoral, reclamando a “propriedade” de seu mandato. Ela alega perseguição política. Com a parlamentar, estarão os também pedetistas Flávio Nogueira, Marlon Santos e Gil Cutrim, além de integrantes do PSB: Rodrigo Coelho, Jefferson Campos e Felipe Rigoni. A deputada adiantou, na noite desta segunda-feira (14/10/2019), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que fará uma coletiva nesta terça para explicar as razões da medida e sua consequente saída da legenda. “Não há mais espaço para mim no PDT. Não há diálogo nenhum”, disse.
“O PDT, quando decidiu me suspender sem nenhum julgamento, disse que teria um prazo de dois meses para me julgar. Já faz três meses. Passado esse tempo, estou suspensa e sem poder atuar de uma forma 100% efetiva na Câmara”, explicou, reforçando que já escreveu uma carta para o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, solicitando ser julgada.
Segundo a deputada, para poder participar da Comissão de Educação da Câmara, o PTB cedeu a ela uma vaga. Tabata Amaral foi suspensa pela direção nacional pedetista por ter votado a favor da reforma da Previdência na Casa.
Fonte: Metrópoles