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A política é, para muitas pessoas, a arte da dissimulação e da sedução. E tem, como principal instrumento, a capacidade de comunicação e sociabilização.
Equipado com estes instrumentos, a pessoas estará apta para exercer o papel de servir ao público, atendendo as suas principais reivindicações.
É esta capacidade de ‘servir’ que transforma o político num bom ou mau ator da peça teatral de conquistar pessoas. Para alguns, ele de fato serve. Para outros, desserve fingindo servir.
Por isso, político nunca dia ‘não’. E não faz inimigo, faz adversário. Deixando sempre uma fresta da janela aberta. A pouca luz que passa, poder se ampliar em futuras parcerias.
Por isso, os adversários mantem a urbanidade do diálogo, de pequenas(ou grandes) cumplicidades e até de sorrisos públicos. Como vemos nas imagens da capa desta matéria.

Numa, os adversário presidente Jair Bolsonaro e o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, dia 17 durante a posse deste, trocam confidências e sorrisos. Embora o Brasil todo saiba de que lado eles estão no jogo político, de vida ou morte, pelo poder no país.

Noutra, no dia 16 na OAB, vemos adversários do mesmo lado, mas com objetivos conflitantes. O senador Marcos Rogério e o governador Marcos Rocha, parecem irmãos brigando pela mesma cadeira. Acabada a disputa, tudo volta a ser como dantes.
Fonte: noticiastudodaqui.com
