Rocha fora da disputa para o senado, por quê?



Informações dão conta de que o governador de Rondônia, cel. Marcos Rocha, teria desistido de disputar uma vaga para o senado por causa de possíveis divergências com o seu vice. Rocha teria optado por ficar até o final do mandato para não ter que entregar o comando do estado nas mãos de um aliado que se teria tornado seu principal adversário político por motivos até hoje não esclarecidos oficialmente.

A confiança é absolutamente essencial em qualquer relacionamento, seja no campo amoroso, no ambiente familiar ou na área profissional. E na politica não poderia ser diferente. Quando esse elo se quebra é difícil soldá-lo. Ainda que isso seja possível, a amizade dificilmente volta a ser a mesma, pois sempre fica uma ponta solta de insegurança, tornando o relacionamento frágil e propensos a conflitos. Não quero, com isso, dizer que houve quebra de confiança entre Rocha e seu vice, mas os indícios apontam nessa direção.

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Nos bastidores, multiplicam-se as mais diferentes versões sobre a crise política que se teria instalado no governo do senhor Rocha. Analistas políticos se esforçam para tentar desvendar o enigma, mas ninguém se arrisca a carimbar o verdadeiro motivo do suposto desentendimento. Recente pesquisa do Instituto Real Time Big Data revelou que 53% da população aprova o governo Marcos Rocha, o que, em tese, o credenciaria a entrar na briga para o senado com real possibilidade de êxito. Mesmo assim, Rocha teria jogado a toalha, desistindo de seguir o mesmo caminho de antecessores, como Bianco, Raupp, Cassol, Confúcio, por quê? Que motivo tão greve justificaria essa decisão? É isso que muita gente quer saber.


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