A magia do período eleitoral



É comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população. Por exemplo, o cidadão ficou oito anos no poder, sem, contudo, conseguir levar água tratada aos moradores da cidade. Agora, com a aproximação das eleições, garante que, logo, a situação será resolvida.

Há décadas, servidores do estado de Rondônia vêm lutando para serem transpostos para os quadros da União, mas a burocracia oficial não deixa, mas, logo, vai aparecer alguém dizendo que tem a fórmula mágica para colocar um ponto final nessa história.

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Mas e o eleitor, o que ele realmente acha de tudo isso? Estaria ele satisfeito com o que vê e ouve durante as campanhas eleitorais? Será que ele tem tirado algumas lições, ainda que de forma sintética, das reais intenções daqueles que buscam um mandato nos mais diferentes escalões da República? E o retorno prático dos discursos políticos, nessas ocasiões, tem correspondido às expectativas do eleitorado?

Essas são apenas algumas das indagações que precisam, desde já, compor o mosaico das preocupações dos que vão às urnas nas eleições deste ano. O embate eleitoral é próprio do regime democrático, mas é preciso que o eleitor fique atento às propostas dos candidatos, para, depois, não dizer que foi enganado.

Nos dias que nos separam dos pleitos, muita bobagem, muita promessa e muito desespero ainda serão testemunhados. Importa destacar, contudo, que o eleitor de hoje não é o mesmo de ontem. Muitas coisas mudaram. Agora, a sociedade sabe muito mais como se mobilizar e exigir o respeito que é próprio dos cidadãos.


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