O PRÓXIMO GOVERNADOR DE RONDÔNIA, PORTO VELHO E O PESADO LÉO MORAES



Faltando seis meses para conhecermos o próximo Governador de Rondônia, aliás, o 12º desde a criação do Estado, em 1982, tudo indica que teremos a eleição mais acirrada da história política de Rondônia em outubro de 2026. Outra certeza é que a eleição do próximo Governador será decidida em 2º turno, o que se tornou praxe na política rondoniense. Apenas dois governadores venceram uma eleição no 1º turno: Jerônimo Santana, em 1986 e Ivo Cassol em 2006.

Desde Cassol, todos os governadores que o sucederam venceram no 2º turno a disputa ao Governo de Rondônia. Aliás, Ivo Cassol no auge de sua popularidade em 2010 não conseguiu eleger seu vice, João Cahulla para continuar seu projeto político e de poder. Assim, sucessivamente, Confúcio Moura e Marcos Rocha também venceram em 2º turno. Não será diferente agora.

Continua após a publicidade.

Mas, afinal onde entra Léo Moraes?O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, aceite ou não, é um fenômeno quando o assunto é eleição. Em 2020 levou Cristiane Lopes ao 2º turno, em Porto Velho, que por sinal botou pânico em Hildon Chaves, que venceu a eleição por conta da pandemia. A altíssima abstenção no 2º turno trouxe prejuízos para a campanha encabeçada por Léo. Depois veio 2024 e Léo dobrou a poderosa estrutura do então prefeito Hildon e da família Carvalho e venceu.

Com altíssima aprovação entre os prefeitos das capitais, Léo aparece como o 3º melhor do Brasil. Com um forte carisma, que tornou sua marca desde os tempos de liderança estudantil, Léo transformou-se em apoio necessário para qualquer candidato ao Governo de Rondônia. Porto Velho tem aproximadamente 280 mil eleitores, sendo o maior colégio eleitoral de Rondônia. Com o interior fragmentado com seus candidatos ao Governo, a importância de Porto Velho fica evidente e necessária para qualquer um dos candidatos.

Diferentemente do prefeito anterior, que aliás será candidato ao Governo de Rondônia, Léo conseguiu em apenas 1 ano e 4 meses superá-lo na aprovação popular. Faltou ao antecessor de Léo o carisma, magnetismo, atração, simpatia e fascínio que não se produz ou se cria. É natural e espontâneo. Aliás, o apoio de Léo terá um peso enorme nas eleições em outubro que decidirá o próximo Governador pelos próximos 4 anos a partir de 5 de janeiro de 2027

Continua após a publicidade.


Noticias da Semana

Veja +