Maurício Carvalho destaca força das mães atípicas e defende mais acolhimento às famílias



Maurício Carvalho destaca força das mães atípicas e defende mais acolhimento às famílias

Deputado falou sobre os desafios enfrentados diariamente pelas mães e reforçou compromisso com políticas de inclusão e assistência

O deputado federal e candidato à reeleição Maurício Carvalho (Federação União Progressista) dedicou parte de duas reuniões com mulheres a um tema que ganhou destaque durante os encontros: a realidade das mães atípicas. Diante de muitas mães acompanhadas de seus filhos, Maurício falou sobre sobrecarga, acesso a atendimento especializado e as dificuldades de famílias que precisam enfrentar, além dos desafios da maternidade, uma rotina constante em busca de direitos e assistência.

Ao abordar o assunto, Maurício fez questão de reconhecer que essa é uma realidade que precisa ser compreendida, antes de tudo, a partir da escuta de quem a vive. “Eu não posso dizer que conheço a dor de uma mãe atípica porque não estou no lugar dela. Mas posso ouvir. Posso olhar para essas mães, entender as dificuldades que elas enfrentam e, como deputado federal, trabalhar para que elas não precisem lutar sozinhas por cada atendimento e por cada direito dos seus filhos”, afirmou.

O tema também se conecta à atuação do parlamentar voltada à inclusão e à assistência às famílias. Entre as iniciativas está a destinação de R$ 2,6 milhões para a construção de um Centro do Autista, projeto que prevê estrutura especializada para atendimento no município. Para Maurício, oferecer assistência à pessoa com deficiência ou transtorno do espectro autista também exige enxergar quem está ao lado dela diariamente. “Quando uma criança precisa de acompanhamento, existe uma família inteira reorganizando a vida. Muitas vezes é uma mãe que deixa o trabalho, enfrenta filas, busca terapias e precisa ser forte todos os dias. O poder público não pode colocar mais peso sobre os ombros dessa mulher. Precisa ser parte da rede de apoio”, destacou.

Maurício defendeu que a escuta realizada nesses encontros seja transformada em ações nas áreas de saúde, assistência e inclusão. “Não quero usar a história dessas mães para dizer que sei o que elas sentem. Quero que elas saibam que podem falar e que nós temos a obrigação de ouvir e trabalhar. A força é delas. A responsabilidade de fazer o poder público funcionar também é nossa. E esse trabalho tem que continuar”, concluiu. Assessoria.

Assessoria




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