Traficante que assassinou o jornalista Tim Lopes é encontrado morto na prisão



De acordo com uma apuração preliminar, o corpo do traficante foi encontrado com sinais de enforcamento

 

Conhecido como Elias Maluco, o traficante Elias Pereira da Silva foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (22) na Penitenciária Federal de Catanduvas, na região oeste do Paraná. As informações são do Departamento Penitenciário (Depen).

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Segundo o Departamento Penitenciário, a Polícia Federal (PF) foi chamada para fazer perícia no local. Ainda de acordo com o departamento, após a perícia, o corpo será levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Cascavel, na região oeste do estado.

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Uma apuração preliminar constatou que o corpo do traficante foi encontrado com sinais de enforcamento. Todavia, a causa da morte ainda não foi oficialmente divulgada.

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Quem era Elias Maluco

O Traficante foi preso em setembro de 2002, pois, em junho daquele ano, assassinou o jornalista Tim Lopes, que à época trabalhava na Rede Globo. Lopes foi pego enquanto fazia uma reportagem sobre abuso de menores em um baile funk da favela Cruzeiro, no Rio de Janeiro.

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Elias Maluco ficou conhecido pelos métodos bárbaros com que matava pessoas. O corpo de Tim Lopes, por exemplo, foi carbonizado numa fogueira de pneus, mais conhecida como micro-ondas. O jornalista só pôde ser reconhecido após um exame de DNA.

Em 2005, Elias foi condenado a 28 anos e seis meses de prisão pela morte de Tim Lopes. Além disso, outras seis pessoas foram condenadas por participação no crime.

Mais crimes

Em 2013, o traficante foi sentenciado a mais 10 anos e sete meses de prisão. Desta vez, o crime cometido foi lavagem de dinheiro. Neste processo, também foram condenadas a sua mulher e sogra.

Depois de ser condenado mais uma vez, Elias Maluco passou a ficar em presídios federais de segurança máxima. Em 2019, Elias teve um pedido de habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, permaneceu preso. De acordo com o Depen, a família foi comunicada da morte pelo Serviço Social do Presídio Federal de Catanduvas.

Fonte: Brasil123

 

 



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