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Renata Honório Barbosa de Lima, denunciou ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), obstrução do seu direito de avaliação psicológica para competir nas eleições do Conselho Tutelar da Capital.
O documento foi protocolado dia 24 às 11hs e dirigido à presidente do órgão público, Cleyanne Alves.
Renata é um dos 235 candidatos inscritos e selecionados, aptos para participar do processo eleitoral do Conselho Tutelar de Porto Velho, para a escolha dos Conselheiros Tutelares do 1º, 2º, 3º e 4º Conselho Tutelar e 1º Conselho Tutelar Distrital do município.
Na denúncia ela afirma que foi preterida de fazer a prova psicológica sob a alegação de atraso por passar da 8h30. Embora tenha argumentado que no documento oficial está escrito o comparecimento ‘a partir das 8h30’. E não taxativamente às 8hs30. Apesar de todo apelo, não teve seu direito reconhecido.
Embora a campanha eleitoral tenha a previsão de ir de 25 outubro de até 23 de novembro, Renata não teve, até o momento, resposta do documento em que denuncia o fato à presidente do CMDCA
- Quando eu argumentei, fui tratada com hostilidade e força de polícia, pelos responsáveis naquele momento, disse Renata.
E complementou:
- Por uma questão de misoginia, fui impedida de participar da avaliação psicológica por parte do presidente da comissão, senhor Clemildo Sá. Ele é quem não soube ler e interpretar a convocação para a avaliação psicológica.
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é um órgão paritário vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf).
As eleições estão marcadas para 24 de novembro, e em 25 os conselheiros tutelares deverão ser eleitos. São cinco para cada conselho de Porto Velho.
Observação – O termo ‘a partir de’ geralmente é utilizado para demarcar o início de uma contagem, ordenamento, medida e/ou posição. Exemplos: os convidados entrarão no recinto a partir da 20hs; os convites estarão à venda a partir das 15 horas.
Fonte: Noticiastudoaqui.com
