Obra é executada em regime de urgência com prazo de 180 dias para conclusão
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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) atendeu o pedido da Associação do Comércio Varejista e Atacadista do Porto Cai N’água de Porto Velho, e iniciou os serviços de recuperação da plataforma de embarque e desembarque, danificada em 19 de julho deste ano, durante o período de repiquete do rio Madeira. A empresa contratada tem o prazo de até 180 dias para a conclusão da obra.
A resposta aos comerciantes do Cai N´água foi encaminhada pelo Engenheito Afonso Luiz Costa Lins Júnior, Superintendente Regional do DNIT/Amazonas, responsável pela jurisdição em Rondônia. Segundo informou, a demora para iniciar a obra se deu devido às fases de elaboração do projeto básico, licitação e contração da empresa vencedora.
O superintendente também informou que, o conserto e manutenção da plataforma IP4 é em caráter de urgência, considerando que o porto está interditado e fora de operação desde o incidente. O problema vem gerando transtornos e prejuízos aos comerciantes e para os moradores ribeirinhos. As embarcações estão utilizando portos particulares e distantes da região central da capital.
Para Mário Sérgio Azevedo, representante das empresas e profissionais do transporte de pessoas e cargas do bairro Cai N’Água, o início dos serviços contempla o pedido da Associação e garantirá a retomada das atividades portuárias, evitando o colapso do comércio local.
O presidente da Associação dos Soldados da Borracha, George Teles, disse que o DNIT prontamente atendeu a solicitação dos moradores e a realização da obra em caráter de urgência evitará maiores perdas econômicas aos comerciantes.
