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Nesta segunda feira, dia 24, o 107º ano de emancipação do município de Porto Velho, não se viu, no feriado, festividades comemorativa da magna data. A Pandemia impôs sua regra de silêncio e distância de qualquer ato festivo que junte as pessoas.
Mas, neste feriado, o que se viu, foi mais um dia de alta procura pelas unidades públicas de saúde e por testes de Covid-19 nas farmácias onde, na maioria, não se encontra e nem se aplica o kit.
A Policlínica Hamilton Gondim, na Zona Leste, por exemplo, só teve 200 testes pela manhã. Às 10hs já havia acabado e as pessoas não paravam de chegar procurando e recebendo como resposta que, na parte da tarde, haveria a distribuição de novas senhas.

No Hamilton Gondim, as pessoas eram despachadas na porta, sem fazer o teste.
Na unidade básica do Bairro Mariana, também na Zona Leste da Capital, somente 50 senhas de testes de Covid-19 foram distribuídas pela manhã, enquanto centenas de pessoas passando mal, às 10hs20, se enfileiravam para a distribuição da tarde. A maioria ia embora à procura de socorro em um novo local.

Na unidade de saúde do Bairro Mariana, só 50 testes foram distribuídos pela manhã.
A busca de testes nas farmácias também é grande, mesmo ao preço de R$ 80 e a espera de 15 minutos para saber se está ou não com a Covid-19. Nos laboratórios privados, cobra-se um valor médio de R$ 180,00 pelo exame realizado com a extração de sangue e mais 3 dias de espera pelo o resultado.
O fato é que nesta segunda feira, feriado municipal, as unidades básica de saúde que abriram, e a quantidade de teste postos à disposição da população, foi insuficiente e gerou muita reclamação.
Sem dinheiro para pagar consultas nos consultórios da rede privada, as pessoas correm para as upas em busca de socorro ou orientação médica. Alí, como foi constatado hoje na Upa da Avenida Mamoré, a espera pelo atendimento chega a passar de 4 ou 5 horas num ambiente lotado de doentes.

Na Upa da Leste só muita paciência ...

A espera pela consulta chega a mais de 4 horas. Quem fez triagem às 10hs a expectativa de atendimento era por volta das 14hs.
A realidade é que a Pandemia não está refluindo e o sistema público de saúde corre à reboque das necessidades da população.
Fonte: noticiastudoaqui.com
