De acordo com o delegado do caso, os líderes atuavam e residiam em estados que fazem fronteira com a Bolívia.
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A "Operação Smurfing" detonada pela Polícia Civil de Pernambuco (PC-PE) na semana passada e que teve desdobramento em Rondônia, mais precisamente em Porto Velho, segue o fluxo e com um balanço surpreendente: quase 40 mulheres eram 'laranjas' em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Ao todo, 400 policiais das polícias civis de Pernambuco, Rondônia, Acre, Roraima, Amazonas, Piauí, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Alagoas, São Paulo, Minas Gerais e Bahia cumpriram 75 mandados de prisão e 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, além da realização de bloqueio de ativos financeiros de mais de R$ 1,1 bilhão.
De acordo com o delegado do caso, os líderes atuavam e residiam em estados que fazem fronteira com a Bolívia (Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e eram os responsáveis por trazer a droga do país e realizar a distribuição para todo o Brasil.

Sobre o envolvimento de mulheres, o delegado Ney Luiz explicou que "Eram pessoas que não levantaram qualquer tipo de suspeita porque tinham empresas que mesclavam atividades legais e ilegais. Há uma empresa de barcos grande, bastante conceituada no Paraná, e que recebia dinheiro oriundo do tráfico de drogas em Ipojuca".
Fonte: Wanglézio Braga
