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O candidato ao Governo de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), participou da Sabatina Eleições 2022, transmitido pela RedeTV!, nesta sexta-feira (02), em Porto Velho (RO). O candidato teve uma hora para responder às perguntas mediadas por Léo Ladeia e Domingues Júnior. Confira os principais momentos da entrevista:
O atual candidato começou a entrevista falando como esta sendo a conciliação entre a gestão do governo e a agenda da campanha e destacou sobre o mais tem incomodado nesta fase e contou o que foi feito e os novos planos de governo.
“O que me incomoda é que gostaria de estar fazendo tudo àquilo que nós rondonienses queremos. A oposição fala no que não foi feito. Queria ter tido mais tempo e recursos necessários, porém vivemos uma pandemia”, disse. Estou vivendo uma situação diferente. O governador trabalha de domingo a domingo ele não para. “Eu estou conciliando as duas questões o que é diferente dos demais candidatos nesse momento”, disse.
Pandemia
Sobre a pandemia o candidato destacou sobre o que poderia ter feito e avaliou a gestão nesse período.
“No início do Governo a gente não tinha o orçamento adequado para cumprir todas as questões. Em 2019 o orçamento que tinha já estava marcado e ainda tinha o teto dos gastos. A ordem foi cortar todos os gastos desnecessários. A falta de orçamento que impactou na falta de recursos que já estavam todos empenhados. Aquilo que não foi preparado para um ano foi feito no seguinte”, disse o candidato.
Hospitais do interior
Marcos Rocha foi perguntado sobre o andamento das obras hospitais de Ariquemes, Guajará-Mirim e Heuro. O candidato explicou o que foi feito e os novos planos para facilitar o atendimento de saúde dos municípios.
“A gente viveu a pandemia, ela atrapalhou nossos planos, em Guajará a gente tem que entender que a obra estava 80% concluída, porém estava parada. Eu determinei o cancelamento da licitação e abertura de um novo processo. Mas veio a pandemia e não tivemos opções. Agora esta tudo organizado, aquilo que é certo é certo e que não impacte negativamente depois. O Heuro, o novo hospital, a gente vê a situação que esta ocorrendo. Nós tivemos as tentativas dos governadores anteriores foi aí que surgiu o BTS que tem uma estrutura muito mais preparada. Então a gente contratou via leilão, e agora esta na fase de projetos e acertos para uma obra tão importante. Já em Ariquemes o que eu fiz foi estudar aquilo que a gente vai fazer. Ou a gente faz um hospital para Ariquemes, e o que a gente fez foi repassar recursos para os hospitais municipais para manter com o estado. Estamos debatemos um hospital novo ou a parceria do município”, contou.
Recursos do Governo Federal
O candidato também falou sobre os recursos recebidos durante a pandemia do Governo Federal e como foi investido nesse período. “As pessoas tentaram levar uma informações equivocada que teria chegado R$ 8 bilhões em recursos. O Governo Federal repassou na pandemia R$ 360 milhões para compensar os prejuízos. Quando chegou o do Governo Federal, eu agradeço o Presidente e Ministério da Saúde e conseguimos ampliar o suporte. Nós compramos a Regina Passes por R$ 12 milhões e é um hospital de alvenaria com usina de oxigênio e faz cerca de 40 cirurgias diárias”, disse.
JP II e Regina Passes
Marcos Rocha também explicou o que será feito com os antigos prédios dos Hospitais João Paulo II e Regina Passes depois da entrega do Heuro. “O JP vai continuar fazendo cirurgias e dando apoio ao Heuro. O JP é uma estrutura antiga, mas uma parte pode ser reformada para servir de um local de recuperação de acidentados”, disse.
Entrega de medicamentos
Segundo o candidato o estado não sofre com a falta de medicamento. “Não falta entrega de remédio no estado. Eu passei pelos municípios e as farmácias estão cheias. Nesse período vão levantar essas informações. As cirurgias eletivas estão acontecendo. Necessidades de cirurgias não acontecem só em Rondônia, acontecem no Brasil e no mundo”, ressaltou.
Programas de Assistência Social
“O Governo trabalhou vários projetos de assistência sociais como Mamãe Cheguei para mães que tiveram bebês. Criamos também programs para alimentação, com restaurantes populares que irão ser reinaugurados. Vamos fazer a licitação para novos restaurantes, fizemos credenciamentos novos e hoje temos nove restaurantes oferecendo alimentação a R$ 2,00. Nós criamos o programa Amparo para fazer com que tivessem recursos para se manter e pagamos até o mês de setembro de 2021. Além disso, temos o programa de mulher protegida, para cuidar das mulheres e seus filhos e ajudar retirar elas dos problemas financeiros”, destacou.
Violência e Fronteira
O entrevistado foi questionado sobre as fiscalizações nas fronteiras e sobre os policiais que trabalham no administrativo.
“Rondônia é um corredor, para poder levar para o sul e sudeste. Em conjuntos com as forças armadas estamos conseguindo fazer a fiscalização, a extensão é continental. Nós criamos o batalhão de fronteira, com armamentos o NOA que já esta atuando no estado. Através da tecnologia estamos começando a ampliar o olhar. Sobre os policiais administrativos eu sou um policial e por ser analista de sistema e administrador para trabalhar em uma área administrativa. Eu continuava cumprindo as missões que eram destinadas aos militares. Eles acabam reforçando esse policiamento, todos foram treinados para isso”, reforçou.
Finanças
Sobre as finanças no período pandêmico o candidato reforçou o equilíbrio da economia do estado. “A situação esta equilibrada, conseguimos comprar tudo que eram necessários, incluindo medicamento que eram necessários. E hoje o estado equilibrado foi criado o Tchau Poeira, Governo no Campo e outros programas. Temos o maior rebanho livre da aftosa. Temos muitos recursos que a gente aplicou nos municípios. O bairro Jardim Santana está asfaltado enquanto isso o Prefeito esta trabalhando em outro local. Tudo com recurso próprio. As pessoas estão acreditando no estado. As empresas de fabrica de jeans, e indústrias farmacêuticas vão gerar empregos no estado. Se com três anos de pandemia a gente conseguiu avançar imagina com quatro anos e com recursos próprios?”, finalizou.
(diariodaamazonia)
