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Pode crer. Não há canto ou recanto de Rondônia que não esteja descendo o cacete no governador Marcos Rocha, e no presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Cruz, e os 23 deputados que, em conluio votaram e aprovaram, a toque de caixa, burlando o rito legal, o aumento do ICMS de 17 para 21%.
Destaque-se, ainda, o triste papel do deputado Alan Queiroz, como relator oral, dando conformidade ao projeto, por todas as comissões da Casa, numa fala gaguejante e sem fundamentação. Tudo às costas e contra a sociedade, em 72 horas.
Revolta, e repúdio imediato, explodem até das casas do cupim. E não sem razão. Só lembrar que este aumento, indicando uma suposta necessidade do governo e dos demais poderes, e órgãos do estado, é incompatível com as aprovações semanais, na ALE, pelos mesmos deputados, de suplementação orçamentária por excesso de arrecadação.
Então, não falta dinheiro. Ao contrário, o governo arrecada mais que o previsto, tem todas as contas pagas e ainda sobra dinheiro.
O governador caiu numa cilada ... ou armou para sí próprio? E o que, supostamente, deu ou dará ou de quanto será o bônus de cada deputado para que, todos, desprezassem a opinião pública e jogassem na lama suas reputações?
Por justiça, registre-se: o deputado delegado Camargo, de Ariquemes, foi o único que não caiu na visível arapuca.
Registre-se, também, que o governador Marcos Rocha e o presidente da ALE, Marcelo Cruz, são dois jovens políticos que vêm construindo uma carreira política destacada.
Agora, todos, o Executivo e o Parlamento, buscam minimizar os indiscutíveis prejuízos políticos e repúdio dos cidadãos, que têm que pagar mais caro por tudo que consomem. Até o picolé.
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Fonte: noticiastudoaqui.com
