Turismo e Lazer, a indústria sem fumaça, só depende de nós



 

Os governos do estado e dos municípios vivem falando de projetos de cultura, esporte e lazer para desenvolver turismo interno e externo. Deputados, senadores e vereadores também adoram falar sobre estes vieses de desenvolvimento regional.

E estão certos, até certo ponto.

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Têm que lembrar que, antes, é preciso investir na infraestrutura de locais próprios e adequados àquilo que se quer mostrar e vender ao visitante.

No futebol, paixão nacional, não temos estádio para abrigar os torneios estaduais. Ficamos inventando moda em campo do tempo que Rondônia ainda era território.

Apesar de Porto Velho hoje ter o maior rebanho bovino e estar se transformando num gigante do agronegócio, não temos local apropriado e nem cultura consolidada na realização das festas agropecuárias, tão fortes no interior do estado, como Ariquemes e Ji-Paraná, por exemplo.

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O Carnaval, ao invés de evoluir no brilho, na beleza e deslumbramento dos desfiles das escolas de samba, com seus carros alegóricos e enredos, baianas e passistas, tambor e tamborim, que já houve em recente passado, foi abandonado e esquecido. Nos resta os blocos, sem espaço próprio para desfiles e competições.

É preciso aparecer gestores, com coragem e determinação, para resgatar este patrimônio cultural, legado deixado por ilustres personalidades do universo do samba e da cultura rondoniense, com a ilustre professora Marise Castiel.

Assim, precisa-se de prefeitos e governador com firme decisão de construir espaços próprios e dignos para a realização e apresentação de grandes eventos.

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Flor do Maracujá, Carnaval, Corpus Christie, 7 de Setembro, Parada LGBT, Círio de Nazaré e Marcha Para Jesus, são exemplos de grandes eventos que não contam com local nem espaço adequados.

Turismo de negócios, fóruns, congressos, seminários e outros, não têm auditório apropriado na Capital.

Turismo da Natureza, carecem até de estradas de acesso com condições de trafegabilidade. Os festivais de pescas, se ressentem de não ter nem atracadouro para embarque e desembargue de competidores e turistas, nos barcos e canoas.

Os ‘banhos’ de Porto Velho e do interior, onde se chamam ‘balneários’, se ressentem de não ter, sequer, estradas de acesso asfaltadas e sinalizadas.

E tudo isso só depende de nós. Emendas, com dinheiro farto, vereadores, deputados e senadores, têm de sobra. E eles adoram gastar. 

É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje.

Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ publicado toda terça-feira, às 17hs30.

Veja agora, manifestações complementares sobre os fatos acima, em pequenos vídeos.

Fonte: noticiastudoaqui.com                                    

  



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