O prefeito Léo Moraes precisa livrar a cidade da praga dos ‘tapurus’ que sai do lixo acumulado por dias, entra na casa dos vizinhos, provocando discórdia onde, antes, havia paz.
Com no máximo dois recolhimentos semanais, sem data nem hora certa para a empresa encarregada do serviço passar, o lixo apodrece nas lixeiras cidade afora, gerando os nojentos e repulsivos tapurus, espalhando mau cheiro e atraindo urubus.
Porto Velho nunca poderá falar em qualidade de vida enquanto não tiver saneamento básico universalizado.
Os governantes, municipal e estadual, não podem esquecer que, a Capital centenária de Rondônia, não tem rede de captação de águas das chuvas, não tem rede de esgotos e não tem água tratada para todos.
E, agora, voltamos a enfrentar o gravíssimo problema do lixo. Coisa que havia desaparecido durante o governo anterior sob o comando de Hildon Chaves. Por que voltou?
É bom lembrar que festas são boas, e fazem parte da vida da sociedade. Mas chegará a hora em que as pessoas começarão a se revoltar quando, a chegar em casa, as águas tiverem invadido o seu lar.
Ou pior: encontrarem urubus no telhado, tapurus invadindo as casas, os moradores de rua rasgando sacos nas lixeiras, e a torneira sem água, pois o poço amazônico secou.
Não haverá festa que levante a moral e apague a revolta de um povo em situação tão degradante. Está na hora de acordar. Não temos ainda, do que nos orgulhar.
É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje, em pequenos vídeos, sobre os fatos acima. Digite, no seu celular, noticiastudoaqui.com para ver tudo e muito mais.