Morador de rua que chutou criança é 1º caso de internação involuntária




O morador de rua Celso Pinheiro, de 41 anos, é o primeiro caso a ser submetido ao Protocolo de Internação Humanizada Involuntária do Governo do Distrito Federal (GDF), informou à coluna Na Mira o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury. Agora, o caso será analisado pela Secretaria de Saúde (SES-DF), ressaltou o secretário.

Ele chegou a ser preso duas vezes após chutar a cabeça de uma criança de cinco anos em uma lanchonete na 302 Sul e tentar dar uma cabeçada em um policial, em Brasília, e assinou o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os ataques ocorreram nessa quarta-feira (12/8).

A Internação Humanizada Involuntária está prevista em lei sancionado pelo GDF em 20 de julho, que prevê o protocolo para pessoas em situação de rua quando houver risco iminente à vida do indivíduo ou de terceiros, mediante avaliação médica. Em situações de emergência, a pessoa pode ser encaminhada a hospital ou Unidade de Pronto Atendimento.

A decisão sobre a internação cabe a uma equipe multidisciplinar e inclui um Plano Terapêutico. Após a alta, o paciente segue o tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) de referência e pode ser incluído nos programas da Secretaria de Desenvolvimento Social (saiba mais em Internação Humanizada Involuntária).



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