Secretário de Finanças de Rondônia rebate parecer técnico do TCE sobre situação fiscal do Estado



Redação, Porto Velho RO, 10 de janeiro de 2026 - Em Porto Velho, o secretário de Estado de Finanças de Rondônia, Luís Fernando Pereira da Silva, tornou público um posicionamento em meio a um debate sobre a situação fiscal do Estado, após a divulgação de um parecer técnico emitido pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) que apontou possíveis riscos ao equilíbrio das contas públicas estaduais.

O documento de controle externo do TCE-RO, que serviu de base para um alerta formal endereçado ao governador Marcos Rocha sobre a saúde fiscal do Estado, analisou uma série de indicadores e concluiu que havia “riscos relevantes ao equilíbrio fiscal”, destacando pontos como o expressivo déficit financeiro e orçamentário em áreas sensíveis, como a Saúde, e a execução de despesas sem cobertura financeira adequada.

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Em contraposição às conclusões dos técnicos, o secretário Luís Fernando contestou a interpretação do relatório, alegando que a situação fiscal estadual estaria sob controle e que os indicadores demonstrariam equilíbrio e capacidade de honrar os compromissos financeiros do Estado. Segundo ele, as contas públicas teriam sustentabilidade e não haveria razões para alarmes.

O secretário também argumentou que não desconsiderou os alertas emitidos pelo TCE-RO e que reconhece a necessidade de providências, ressaltando que o governo já tem implementado ações para manter a solidez das finanças públicas estaduais. Essa versão foi reafirmada em posicionamento publicado em outra matéria do mesmo veículo, em que ele nega ter desmentido o parecer técnico e enfatiza a adoção de medidas corretivas.

A polêmica evidencia o atual debate sobre o equilíbrio fiscal em Rondônia, num contexto em que o Tribunal de Contas busca alertar sobre potenciais desequilíbrios, enquanto a administração estadual procura tranquilizar a população e investidores sobre a solidez das contas do governo. Os desdobramentos dessa disputa de narrativas podem influenciar a confiança em políticas públicas e o acompanhamento das finanças estaduais ao longo de 2026.

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Fonte: noticiastudoaqui.com

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