O voto é a arma do eleitor



O Brasil está mergulhado até os cabelos na areia movediça de uma asfixiante crise econômica de proporções gigantescas que aumenta a cada dia. A maioria da população não já sabe mais o que fazer para driblar os efeitos de uma política tributária injusta, desumana e cruel, que corrói salários e eleva os preços dos produtos aos píncaros. O pior é que isso não parece incomodar políticos e governantes que usam e abusam dos poderes naturais da administração pública sem consideração pelos sagrados interesses sociais.

A crise econômica pela qual passa o Brasil está destruindo o grosso da população. O atual estado de espírito do povo reflete essa difícil realidade, que, aos poucos, vai comprometendo a harmonia social, podendo descambar para o rompimento da ordem. A tônica do governo é arrecadar recursos para a execução de obras e programas sociais eleitoreiros, quando o momento reclama maturidade política, estabilidade administrativa e lucidez na ação governamental, para que o País possa sair da crise na qual está imerso.

A atual politica tributária do governo federal vem contribuindo para agravar ainda mais o sofrimento do povo. É preciso impedir que o atual quadro de dificuldades e vicissitudes, consequente da desigualdade social, continue a multiplicar a legião de desesperados. Estamos às portas de novas eleições. O povo precisa refletir sobre a importância do voto para a conquista do seu próprio destino, repudiando os que insistem em colocar-lhe cabrestos eleitorais, tratando seus mandatos como bens de família. A população precisa saber fazer uso consciente e livre de seus direitos políticos, não permitindo que ninguém dirija a sua consciência e a sua vontade. O voto é a sua arma, eleitor!




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