Concurso de auditor fiscal do Trabalho terá MAIS DE 50% das 900 VAGAS reservadas para COTAS, diz ministro de Lula



 

O anúncio da medida ocorreu durante a sanção da lei que assegura igualdade salarial entre homens e mulheres, e será destinada para PcDs, transexuais, indígenas, quilombolas e negros.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, confirmou na segunda-feira, 3 de julho, que o novo concurso para auditores fiscais do Trabalho (AFT) terá 55% das vagas destinadas a cotas, inclusive para transexuais, indígenas e quilombolas.

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O anúncio ocorreu durante a sanção da lei que assegura igualdade salarial entre homens e mulheres. De acordo com o ministro, as cotas serão para:

  • pessoas com deficiência (PcDs): 6% das vagas;

  • pessoas transexuais: 2% das vagas;

  • indígenas e quilombolas: 2% das vagas; e

  • negros: 45% das vagas.

O concurso AFT com 900 vagas foi autorizado em junho pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.

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Pela Lei, a reserva deve ser de 5% para pessoas com deficiência e 20% para negros. Porém, o ministro quer aumentar tais percentuais.

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“Nós vamos fazer um concurso para 900 novos auditores e auditoras. E nesse concurso, eu determinei que além das cotas obrigatórias, criasse mais duas cotas. Terá a cota PcD, das pessoas com deficiência de 6%, e criei uma cota de 2% para pessoas transexuais e uma outra cota para o povo indígena e quilombola. E a cota dos negros, em que a obrigatoriedade é de 20%, e será de 45%”, disse o ministro.

Luiz Marinho ainda ressaltou que pensou em dividir as vagas do concurso em 50% para mulheres e 50% para homens. Mas acabou desistindo porque, segundo ele, prejudicaria as candidatas do sexo feminino.

“Fui alertado de que prejudicaria as mulheres, porque as mulheres estão mais preparadas e nos concursos elas têm ultrapassado os 50%”, frisou o ministro do Trabalho e Emprego.

Da redação do Portal com informações da Folha Dirigida



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