Endividamento dispara e o Brasil ultrapassa 80 milhões de devedores com nível recorde; eram 60 milhões em 2022



Redação, Redação, Porto Velho RO, 26 de março de 2026 - O Brasil atingiu um novo recorde de inadimplência, com mais de 80 milhões de pessoas com contas em atraso. Dados recentes indicam que o número chegou a cerca de 81,7 milhões de brasileiros em fevereiro de 2026, o maior patamar já registrado na série histórica.

O avanço da inadimplência reflete um cenário de pressão crescente sobre o orçamento das famílias. Em média, os brasileiros já comprometem cerca de 70% da renda com dívidas, o que reduz drasticamente a capacidade de consumo e amplia o risco de novos atrasos.

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Especialistas apontam que o principal fator por trás desse quadro é o nível elevado dos juros, que encarece o crédito e dificulta a renegociação de débitos. Além disso, a inflação persistente segue corroendo o poder de compra, especialmente entre as camadas de menor renda.

O problema se agravou ao longo dos últimos anos. Em uma década, o número de inadimplentes cresceu mais de 38%, saltando de cerca de 59 milhões para o patamar atual, evidenciando uma deterioração contínua das finanças das famílias brasileiras.

A tendência, segundo análises do mercado, é de que o cenário permaneça desafiador no curto prazo. A manutenção de juros elevados e a restrição ao crédito mais barato indicam que a inadimplência deve continuar em níveis elevados, sem perspectiva imediata de queda significativa.

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Diante desse quadro, especialistas reforçam a importância da educação financeira e da renegociação de dívidas como alternativas para conter o avanço do endividamento. Ainda assim, o volume recorde de brasileiros inadimplentes evidencia um dos momentos mais delicados da economia doméstica no país nos últimos anos.

Fonte: noticiastudoaqui.com

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