Qual será a cara da Assembleia nesta 10º Legislatura?



Com que cara virá a Assembleia Legislativa com seus 24 deputados nesta 10ª Legislatura que começa hoje às 15 horas? Que comportamento terão os nossos representantes estaduais no relacionamento com um governo estadual de conduta atípica?

Como se comportarão diante das tentações de legislar em causa própria, ampliando e criando benefícios pessoais ao invés de combater as excrescências herdadas de legislaturas e legisladores aéticos do passado?

Resposta a estas e outras questões importantes para a saúde financeira do estado, para a resolução de importantes questões de interesse da sociedade rondoniense, para o resgate da moral e da ética, veremos, testemunharemos e registraremos, a partir de hoje.

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Como se comportará aquele humilde candidato que se apresentava sorridente, educado e solícito ao eleitorado, quando procurado pelo eleitor em busca de favor, emprego, ajuda, orientação ou, simplesmente, apresentar uma demanda, dá um abraço, desejar boa sorte? Será a mesma pessoa de antes ou alguém arrogante que, das nuvens do salto do alto olha, com desprezo, o seu eleitor?

Também veremos isso no dia-a-dia do exercício do poder. E o poder é uma coisa extraordinária: faz o feio ficar bonito, o podre ficar rico, e a sapiência divina descer diretamente sobre o ungido. Ele sabe tudo. E se você se mete a sugerir coisas ou apontar falhas, cuidado! Corre sério risco de acabar ouvindo: “se você soubesse mais do eu, o deputado seria você, abestado! Cai fora!”

O fato é que nesta Legislatura com onze novos deputados, renovada em quase a metade das 24 cadeiras, cuja mesa diretora já foi eleita para os dois mandatos de 2 anos cada um, com dois presidentes diferentes, não vi nem ouvi de alguém crédil, que tenha havido compra pecuniária de votos. Nem que o governador do estado tenha se engalfinhado pelo controle da Mesa Diretora da Casa.

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Se não formos surpreendidos por revelações futuras, significa que a moralidade deu um passo à frente. E desde a legislatura anterior. E para aí. Para trás, é só vergonha. Não é à toa que três presidentes da Casa e mais de dezena de deputados foram para o sal da Justiça.

Mas para moralizar o Parlamento e dignificar o Palácio novo que o abriga, esperamos que não façam como o ministro Tófolli, presidente do STF, que tirou o auxílio moradia de uns, economizou alguns milhões, mas cravou na jugular do povo um aumento de 16% nos salários extensivo a muitos e provocou um rombo de bilhões. Portanto, que não substituem uma mazela menor por outra maior.

Por último, esperemos que a independência dos poderes se faça com respeito e altivez. Que não se transforme numa relação de interesses, de toma lá dá cá, de nepotismo cruzado onde tu empregas o meu filho e eu tua amante.

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A convergência tem que ser pelo bem comum, por políticas sociais justas, com responsabilidade e acerto. O povo aplaudirá ao final.

Fonte: Noticiastudoaqui.com      

 



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