A instalação da comissão vai começar com as indicações dos membros
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A primeira semana de maio vai começar a todo o vapor em Brasília e em São Paulo. Na segunda-feira 1°, Dia do Trabalhador — o primeiro desde a vitória do presidente Lula —, a “companheirada” da esquerda deve se reunir no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, para comemorar. A presença do petista ainda não foi confirmada. O lema deste 1° de maio é “Emprego, Direitos, Renda e Democracia”.
Por falar em democracia, na terça-feira 2, a Câmara dos Deputados vai votar o Projeto de Lei (PL) 2630/2020. Mais conhecido como PL da Censura, o texto tem total aprovação dos partidos governistas.
A autoria da proposta é do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Em 2020, o texto já havia sido aprovado no Senado. A versão mais recente do PL prevê que os políticos não podem bloquear os seguidores em seus perfis nas redes sociais e que aplicativos de mensagens precisam limitar a distribuição em massa de conteúdos.
Na última versão apresentada na quinta-feira 27, o relator do projeto, deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), retirou do documento a criação de uma agência reguladora que supervisionaria as plataformas. Silva ainda deixou claro o livre exercício dos cultos religiosos e a “exposição plena” dos dogmas e livros sagrados.
Semana com 1º de Maio e instalação da CPMI do 8 de janeiro

Por fim, a partir da terça-feira, a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro vai começar com as indicações dos membros por parte dos líderes partidários.
Ao todo, a CPMI será composta de 32 membros titulares — sendo 16 senadores e 16 deputados federais. A comissão também vai ter o mesmo número de suplentes.
Conforme apurou Oeste, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o mais cotado para ser o relator da CPMI. Já a presidência pode ficar com o deputado federal Arthur Maia (União Brasil-BA). A oposição tenta pleitear a vice-presidência do colegiado.
(revistaoeste)
