
Começam a esboçar as prováveis candidaturas à sucessão do governador Marcos Rocha. Marcos Rogério (PL), Adailton Fúria (PSD), Delegado Flori Cordeiro (Podemos), Expedito Netto (PT), Fernando Máximo (União Brasil), Hildon Chaves (PSDB), Samuel Costa (Rede) e Sérgio Gonçalves (União Brasil) são alguns nomes que aparecem no tabuleiro sucessório, mas a lista ainda não está completamente fechada. Fala-se no aparecimento de novos postulantes diante dos quais o eleitor terá de optar não apenas pensando em termos imediatos de uma melhoria geral da situação difícil pela qual atravessa o estado, também ele vitimado pela crise que assola o país, nos mais diversos setores da administração pública, com revelo para as áreas da saúde e segurança pública.
Como se vê, muitos são os pretendentes ao posto hoje ocupado pelo cel. Marcos Rocha, mas somente um cruzará a marca de chegada. Entre a plêiade há aqueles que vão disputar a eleição conscientes de que jamais conseguirão lograr êxito em suas empreitadas. Move-os apenas o desejo de alcançarem uma votação, digamos, significativa, para uma possível negociação com os dois finalistas que disputarão o segundo turno. Os apoios, quase sempre, são pragmáticos, distanciando-se da polarização ideológica.
Até a realização das convenções, muita água ainda vai correr debaixo da ponte, muita coisa poderá acontecer.
Reveste-se, por isso mesmo, da maior importância, o fato de que essa escolha tem um sentido transcendental. Quer queiram, quer não queiram os derrotistas, os que fazem do pessimismo uma força para adaptar-se à inércia de quem deseja viver mergulhado na pocilga das falcatruas, enriquecendo à custa do sofrimento alheio, construindo verdadeiras fortunas com dinheiro surrupiado do erário, Rondônia tem jeito, sim, e os seus representantes políticos precisam adaptar-se às exigências dos tempos modernos.
É sobre esse prisma, entretanto, que os eleitores deverão marchar às urnas para escolher, não somente o seu dirigente maior, mas, também, os que vão representá-lo nas casas legislativas (Assembleia, Câmara Federal e Senado). Precisamos avançar na direção do progresso. Daí porque a importância de escolhermos pessoas preparadas para a complicada tarefa pública.
Chegou o momento de varrer do mapa os políticos vira-casacas, parasitas na carótida social, ases na arte de embair a consciência de incautos eleitores. Rondônia tem jeito, sim, apesar dos andrajos políticos.