A sessão plenária do STF nesta terça-feira, 15, será a mais importante da história contemporânea do Brasil. E deverá ter uma audiência equivalente a final de novela, já que todo mundo quer ver quem vence: se o vilão ou o mocinho que luta por justiça. E será transmitida pela TV Justiça e retransmitida por muitos veículos da imprensa nacional, para todo mundo ver.
Afinal, o presidente da Corte, Ministro Edson Fachin, o mesmo que já entrou para a história como aquele que tirou da cadeia um condenado e deu-lhe a cadeira de presidente da República, alegando erro de endereço no processo, volta à página histórica de forma positiva, se tomar as atitudes certas, dentro da lei, como a nação espera, e afastar o tirano mais odiado do país, para responder pelos seus crimes. Ou envergonhar toda a sua descendência, ficando ao lado dos que traem as leis e roubam os brasileiros. Continue vendo no noticiastudoaqui.com.
Afinal, o Caso Vorcaro, já demonstrou de forma inequívoca, o quanto alguns ministros da Suprema Corte não merecem a toga que vestem, e o quanto os presidentes do Senado foram coniventes dando poderes excepcionais a pessoas indígnas, em troca de benefícios e vantagens próprias, em prejuízo da nação.
Os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Flávio Dino são bons exemplos de tudo o que não deve e nem pode fazer um juiz, de qualquer corte do país.
Coadjuvados por outros ministros que abandonaram a lei para assumir o viés político e ideológico, como Gilmar Mendes, o decano e maestro de desafinados com a justiça, como Zanin, os indignos senhores citados no parágrafo anterior, articulam freneticamente, nos porões da ‘Ditadura da Toga’, manobras para transformar a Sessão Plenária desta terça-feira, 15 de setembro de 2026, na mais vergonhosa peça teatral, bufa, da história do país.
Eles estão pondo a pizza para assar.
Mas no meio do caminho tem uma pedra: um homem probo, chamado André Mendonça, servo do Senhor.