
A Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, iniciativa da Polícia Militar do Estado de Rondônia em parceria com outras forças de segurança pública, registrou uma nova apreensão de entorpecentes na região de fronteira durante a manhã deste domingo, dia 15 de fevereiro de 2026.
Em um patrulhamento ostensivo realizado no bairro São José por guarnições do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), em conjunto com o Pelotão de Operações com Cães (BPCHOQUE), os policiais visualizaram uma motocicleta ocupada por dois suspeitos em atitude considerada suspeita. Ao notar a presença da viatura, os ocupantes teriam dispensado um volume ao solo e fugido em direção ignorada, desobedecendo às ordens de parada das equipes.
Durante a averiguação do material abandonado no local, as autoridades identificaram uma bolsa vermelha contendo entorpecentes, que totalizaram aproximadamente 5,3 quilos de drogas, entre 4,3 kg de substância análoga à pasta base de cocaína e 1 kg de substância análoga à maconha. Todo o material foi recolhido e entregue à Polícia Federal em Guajará-Mirim, que conduzirá os processos legais e administrativos cabíveis.
crime transfronteiriço
A ação reforça a estratégia integrada das forças de segurança pública no combate aos crimes transfronteiriços, especialmente o tráfico de drogas, que afeta comunidades às margens da fronteira com a Bolívia. Operações como essa buscam dificultar a circulação de entorpecentes e desarticular rotas usadas por organizações criminosas na região.
Recentes publicações apontam que a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras também resultou, em datas anteriores desta mesma semana, em outra grande apreensão de drogas — cerca de 52,2 kg de pasta base de cocaína apreendidos em outra ação em Guajará-Mirim e prisão de um motorista, com prejuízo estimado ao crime organizado em mais de R$ 2,6 milhões.
Força integrada
A estratégia usada pela PM de Rondônia envolve atuação conjunta com a Polícia Federal, uso de cães farejadores e patrulhamento atento de pontos estratégicos da fronteira, reforçando a presença do Estado em áreas sensíveis ao tráfico. Essa integração fortalece ações de inteligência e repressão, elevando o impacto sobre o crime organizado na região amazônica.
A população pode colaborar com informações sobre atividades suspeitas nos arredores, fortalecendo a segurança nas divisas e apoiando as investigações das autoridades.
Fonte: noticiastudoaqui.com--