
Os acusados de envolvimento na morte do dentista Clei Bagattini irão a julgamento pelo Tribunal do Júri em Vilhena, dando andamento a um dos casos criminais de maior repercussão recente no estado.
O crime aconteceu em 2024, quando o profissional foi morto a tiros dentro de sua clínica, localizada na região central da cidade. As investigações indicaram que a ação foi premeditada e contou com a participação de mais de uma pessoa.
De acordo com o inquérito, além do autor dos disparos — que morreu posteriormente em confronto com a polícia —, outros envolvidos teriam atuado no planejamento e na execução do crime, prestando apoio logístico.
Com a decisão de levar os réus a júri popular, o processo entra em uma nova fase, na qual serão apresentados depoimentos, provas e argumentos das partes para definir a responsabilidade de cada acusado.
O caso segue sendo acompanhado com atenção pela população de Vilhena, diante da gravidade e da repercussão do crime.