LÍNGUA DE FOGO – O inimigo do Real e os ‘solavancos’ da política aqui e no Brasil | Notícias Tudo Aqui!

LÍNGUA DE FOGO – O inimigo do Real e os ‘solavancos’ da política aqui e no Brasil

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Porto Velho poderá vir a ser uma Veneza e uma Capital Morena da Amazônia. Duas qualidades com potencial para atrair visitantes encantados com estes diferenciais urbanísticos, junto com outras atrações geográficas e culturais deste pedaço da Amazônia.

Os eventos climáticos extremos, nos impõem novos desafios, a serem enfrentados pela sociedade e por quem queira ser vereador ou prefeito da Capital de Rondônia. Ponhamos nossas barbas de molho enquanto é tempo, já que testemunhamos gravíssimos fatos, insuspeitáveis e inacreditáveis, ocorrendo noutros cantos do país, como o que se registra no Rio Grande do Sul.

Porto Velho é uma usina de calor, com suas ruas, avenidas e praças desprovidas de vegetação, de árvores. Uma cidade poluente e cara para os seus habitantes.

A ausência de vegetação e a ampliação de áreas asfaltadas, aumenta o calor, as despesas com maior consumo de energia elétrica, com aparelhos de ar-condicionado e ventiladores. E ainda joga o gás poluente no meio ambiente.  

Estes danos e desconfortos, podem e devem ser combatidos com uma vigorosa política de arborização, de todas as ruas e praças de todos os bairros da cidade. Isto, e mais a ação do Poder Público estimulando os portovelhenses a plantarem árvores frutíferas nos quintais e nos terrenos baldios.

Por outro lado, um vigoroso projeto de recuperação dos canais com limpeza e drenagem de seus leitos, desocupação das margens ocupadas, replantio da vegetação ciliar e recuperação dos nascedouros d’água, tem o condão de mudar a face da cidade e melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes.

Ações como as expostas serão bem sucedidas se amparada por vigorosa legislação e vigilância que puna com rigor, os transgressores do meio ambiente urbano.

Medidas como essas devem estar no Plano Diretor do Governo, contidas dentro de um programa de prevenção contra eventos climáticos extremos que, eventualmente, possam elevar os níveis d’água dos rios Madeira e Candeias, aos quais estes antigos igarapés, hoje fétidos canais, estão interligados.

E, nestes casos, as águas e todas as sujeiras hoje existentes, se elevariam nos canais e transbordariam para dentro das casas, em toda a cidade, levando o lixo e todos os bichos e peçonhas que vimos juntando ao longo das décadas.

Estes temas foram alvo de considerações deste escriba com o professor, arquiteto, mestre em urbanismo, e ex-prefeito de Porto Velho, Antônio Carpintero, em recente visita que fez à esta terra que já governou.

É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.

Fonte: noticiastudoaqui.com                             


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