CONFÚCIO: “João Paulo II tem o melhor plantão da madrugada” - Vídeo | Notícias Tudo Aqui!

CONFÚCIO: “João Paulo II tem o melhor plantão da madrugada” - Vídeo

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O que esperar de Confúcio senador? “Ajudarei o Brasil a ser mais leve, menos burocratizado e aberto às exportações”. 

Se eleito senador da República, o ex-governador Confúcio Moura (MDB) diz que apoiará a reedição da abertura dos portos do Brasil, como fez Dom João VI em 1808. 

Municipalista, ele espera repetir a marca que o caracterizou na administração do município de Ariquemes e nos três mandatos de deputado federal.

“A gente tem de fazer a repartição dos recursos federais e acabar com os calotes aplicados aos municípios com as contribuições, os chamados impostos brancos".

Visão da Amazônia:  "Pretendemos juntar a força do Acre, Rondônia, Amazonas e outros estados amazônicos, para fazer uma mídia internacional. Cada qual paga um pouco para mostrar nossa cara".Na segunda parte da entrevista ao notíciastudoaqui.com ele também relata investimentos na saúde estadual.

O que o rondoniense pode esperar do senador Confúcio?

“Vejam a insignificância do Brasil: de todo o comércio no mundo, participamos com 1.2%.Se nada exportássemos, isso não faria falta ao mundo”.

De mim, esperem a maturidade e ter consciência da necessidade de reformas no Brasil, entre elas a da Previdência, ela é necessária. Defendo a criação da previdência complementar nos estados e municípios, para reajustar tudo. A causa da bancarrota deles é a previdência.

Ajudarei o Brasil a ser mais leve, menos burocratizado e aberto às exportações. Se nada exportássemos, isso não faria falta ao mundo. Vejam a nossa insignificância: de todo o comércio no mundo, participamos com 1.2%. Exportamos commodities: carne, soja, milho, minério de ferro bruto como se fosse cascalho, pedregulhos de ferro, de cassiterita, tudo beneficiado fora. O café sai bruto, ensacado, se transformando em café fino na Alemanha, Bélgica, Suíça. O cacau, eles também não produzem, só Brasil e África, mas se transformam em bebidas e achocolatadosparao mundo.

“BRASIL PRECISA INDUSTRIALIZAR SEUS PRODUTOS, COM MENOS CUSTOS E EMBARAÇOS, NOS PORTOS”

O Brasil precisa industrializar seus produtos, com menos custos e embaraços nos portos. Precisa abrir a logística das ferrovias para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Brasil Central, uma parte do Norte que são Rondônia e Tocantins. O Maranhão entra com sua parte agora. Somos riquíssimos produtores. Unindo essas forças num grande acordo empresarial ferroviário, nem é preciso dinheiro do Tesouro. A busca do crédito virá com a aproximação de empresários: brasileiros com investidores de Singapura, com chineses, americanos, japoneses.

“O MUNDO ESTÁ ENTULHADO DE DINHEIRO CAÇANDO INVESTIMENTOS”

Em Lucas do Rio Verde (MT) eu vi a primeira usina de etanol à base de milho, feita por empresários mato-grossenses e americanos, sem nenhuma intervenção do governo federal. Queremos dele(governo federal) só facilidades e desburocratização.

Vamos buscar o empresário, o mundo está entulhado de dinheiro, os grandes bancos e os grandes fundos têm dinheiro e não sabem o que fazer. O dinheiro está concentrado nas mãos de 50 famílias no mundo. Eles estão caçando investimentos. D. João VI abriu os portos em 1808, para nações amigas, é isso o que precisamos fazer hoje. Esse é o senador que Rondônia terá.

“A GENTE TEM QUE FAZER A REPARTIÇÃO DOS RECURSOS FEDERAIS”

E o parlamentarismo?

Pode-se buscar o parlamentarismo francês, onde o primeiro-ministro é desaparecido e o presidente é forte. Diferentemente do inglês, do holandês e de outros países europeus. O alemão é muito bom, você vê que a ministra Ângela Merkel demorou quase seis meses para formar o gabinete porque não tinha maioria para governar.

Também quero debater a desconcentração do poder em Brasília. É vergonhosa a situação dos prefeitos em repetidas marchas para Brasília de pires na mão, de ministério em ministério a tiracolo com um deputado, para conseguir migalhas. A gente tem de fazer a repartição dos recursos federais e acabar com os calotes que dão nos municípios com as contribuições, os chamados impostos brancos. Os municípios ficam pobres, sempre dependentes, com prefeitos que não passam de gestores de folhas de salários.

“NENHUM HOSPITAL PARTICULAR TEM PLANTÃO NA MADRUGADA IGUAL AO DO JOÃO PAULO”

Saúde e educação foram privilegiadas...

Não há propriamente marcas em meu governo, mas posso dizer que a área da educação foi privilegiada, as escolas melhoraram muito, a área de saúde deu uma arrancada espetacular.

Quando eu assumi, o Jornal Nacional veio a Rondônia, decretamos estado de calamidade e eles constataram a caótica situação. Depois, melhoramos o (Hospital) João Paulo II [construído nos anos 1980 pela Eletronorte], instalamos o Barretinho, e agora já tem o Hospital do Câncer da Amazônia, Hospital do Amor e em Cacoal também tem investimentos nesse setor.

Criamos ali o anteparo, porque antes o doente que vinha de Vilhena e Cerejeiras vinha para Porto Velho, hoje ele para em Cacoal, que também tem um grande pronto socorro.

Fazemos procedimentos cardiológicos, radiografias, transplante de córnea; criamos o hospital infantil; ampliamos a ala psiquiátrica do Hospital de Base com mais 75 leitos, e antes ali, parecia uma masmorra medieval abrigando doentes mentais. Temos especialidade nessa área.

O senhor deu grande impulso ao João Paulo II...

Ele tinha a mesma estrutura física do passado, foi adaptado porque nunca foi hospital, estava espremido, mas demos a ele alguns complementos importantes. Ninguém, em hospital particular, tem o plantão da madrugada igual ao do JP II: neurologista, anestesista, angiologista, ortopedista a qualquer hora, clínicos gerais, e ali eles fazem milagres.

Tem também o Cero, o Samd...

O Centro de Reabilitação trata crianças e adultos do estado todo ali no Bairro Mariana (Zona Leste). O Cero recupera crianças e trata adultos com paralisia cerebral, deficientes físicos, portadores de autismo.

“TEMOS UM HOSPITAL INVISÍVEL COM 250 LEITOS”

E temos o apoio Samd [Serviço de Atendimento Médico Domiciliar], um hospital invisível em Porto Velho com 250 leitos, atendendo a doentes terminais, pacientes de longa hospitalização, gente com AVC, Alzheimer, convalescentes de cortes intestinais, e até pessoas com sequelas de balas e esfaqueamento. São cuidados em casa, recebem oxigênio, medicamentos, alimentação parenteral, por sonda, traqueostomia, ostomizados, levamos fraldas, ensinamos a família a cuidar.

Temos uma UTI chamada AMI, com mais 40 leitos que construímos em nosso governo. Não fizemos o prédio novo que eu sonhava fazer, mas demos horizontalidade nele, para que atendesse da melhor maneira possível com qualidade. Além disso, temos 70 leitos no Hospital Santa Marcelina comprados pelo governo.

Houve o caso de um advogado baleado que foi atendido no João Paulo...

Verdade. Dias atrás, um famoso advogado de Porto Velho levou um tiro de um ladrão que entrou na casa dele, foi levado às pressas para lá. Foi operado, passou por atendimentos diversos, e ficou na enfermaria sob cuidados de diversos médicos.

Voltou pra casa bom, chamou os filhos que também são advogados, um deles diretor da OAB, e falou: ‘meus filhos, eu vivo, e se algum de vocês tiver a mesma infelicidade que eu tive, eu vou levar pro João Paulo II’. Essa pessoa tem dinheiro, mora bem, é bem relacionada, optou por ser atendido lá e deu um testemunho do bom atendimento.

Antes, se levava o paciente pra aqui e pra acolá, hoje se faz ultrassom, tomografia, ressonância magnética, tudo. Lá tem todos os serviços necessários, o paciente é atendido com tudo num mesmo local sem grandes sobressaltos, trânsito, sirena tocando.

 “TÁTICA DA PROMOÇÃO DA AMAZÔNIA DEVE SER A DAS IGREJAS EVANGÉLICAS. DAR TESTEMUNHO.”

O senhor já expôs seu desencanto em relação a compensações ambientais. Como pensa hoje Confúcio Moura a respeito da Amazônia e no mundo?

Participei do GCF, entrei de boca nesse tema, junto com estados amazônicos, da Amazônia Equatoriana, Indonésia, Canadá, México e alguns estados americanos. A responsabilidade sobre a água é geral.

Você está vendo aí a Capital São Paulo e alguns estados brasileiros se debatendo; em Brasília não tem água, isto é uma realidade que está dentro de nós. Preservar e plantar, esse é um bom desafio.

No Bloco Amazônico nós [governadores] combinamos que o foco é a nossa grande região amazônica. Há distorções: o que falam da Amazônia lá fora é como se fosse uma região cheia de índios. Pretendemos juntar a força do Acre, Rondônia, Amazonas e outros estados amazônicos para fazer uma mídia internacional. Cada qual paga um pouco, para mostrar nossa cara.

N.R: O Fundo Verde para o Clima (Green ClimateFund – GCF) é uma iniciativa global única para responder às mudanças climáticas, investindo em desenvolvimento de baixo carbono e resiliência climática.

Como seria?

Essa promoção facilitaria atrair turistas para diversos segmentos. A Floresta fica ainda mais rica se receber turistas para conhecê-la. É o turismo de contemplação, de pesquisa científica com aves, de belezas naturais, de rios, aventura.

Mas nos deparamos com a visão segundo a qual é mais fácil sair de São Paulo para Nova Iorque e Buenos Aires. Uma passagem aérea de lá para cá custa seis mil reais. De lá, você vai para Argentina por 900, tirando o bilhete com antecedência. Então, não tem a menor lógica deixar de ir para Buenos Aires e para Santiago do Chile, Cartagena (Colômbia), do que vir para cá.

Somos muito pouco visitados, não dispomos de grandes incentivos, e eu acredito que para buscá-los, somos nós e mais nós. Falam em incentivos de compensação ambiental.

E os povos da floresta, caboclos, ribeirinhos, índios como atuariam nesse cenário?

A gente dá o que tem para incentivar o índio, o caboclo, o extrativista, leva a internet para eles. E chama todos eles para sentar-se à mesa, já que existem, mas são excluídos do debate que lhe diz respeito.

Nenhum deles vai ao palácio, jamais é recebido, e neste momento temos que buscá-los para nos promover. Eles devem dar o testemunho, porque a tática da promoção da Amazônia deve ser a tática das igrejas evangélicas: lá o testemunho impera.

O cabra era drogado, batia na mulher, furtava, foi preso, chega à igreja e conta que se arrependeu de tudo. A palavra não é minha, nem de uma moça bonita, modelo, tem que ser do caboclo, do índio. Ele deve falar a rigor, pintado. Ele remando, o menino indo para a escola numa lancha. O ritmo do remo, aquela beleza. São essas fotos e filmagens que temos que mostrar.

“O ZONEAMENTO ESTÁ PRONTO, MAS VISÃO ‘ELEITOREIRA’ DIRÁ QUE DESABRIGARÁ POSSEIROS, INVASORES DE TERRA, LADRÕES DE MADEIRA”

A ideia geral da Amazônia é uma floresta, entretanto, temos aqui todos os biomas...

Sim, agora em Rondônia temos zoneamento, algo difícil de ser aprovado, mas nele está o bioma Cerrado e o bioma Pantanal. Dois novos biomas. Nossa aproximação, atualização de zoneamento estão prontas, restando algumas retificações para serem mandadas para Assembleia. Mas isso deve ser muito bem explicado, porque a tendência eleitoreira alerta que o zoneamento vai desabrigar posseiros, invasores de terras, ladrões de madeira.

“O CRÉDITO PARA PAGAMENTO DA TERRA EM 20 ANOS É A SAÍDA”

A madeira é um gargalo...

Eles acham que vai dar prejuízo para esse criminoso ambiental. Trabalhei com a visão de eliminar isso. A madeira é um ativo com tempo de vida. Quantas madeireiras havia em Ariquemes nos anos 1970? Tinha mais de 150, hoje tem quatro ou cinco, e a cidade continua. Quantas havia em Ji-Paraná, Rolim de Moura, Vilhena? Três, quatro, cinco organizadas. Os donos organizam suas máquinas e vão migrando.

Na área de segurança o senhor enfrentou algumas situações. Como está esse setor?

Enfrentamos de pronto, criamos a primeira patrulha rural do estado, conseguimos segurar muito as ocupações, apoiando fazendeiros regularizados, e incentivamos o crédito fundiário pelo Banco do Brasil, para que a pessoa sem-terra possa comprá-la onde ele quiser, especialmente onde tenha asfalto, energia elétrica, telefone e escola perto.

O crédito, com 20 anos para pagar e juros subsidiados que eles quitam com cinco anos, é a solução para abrigar a grande quantidade de sem-terra no estado. É uma solução prática para conflitos rurais. Já vivemos horrores em Rondônia, mas isso (conflitos) diminuiu bastante. O Ibama e órgãos colegiados e ambientais ajudaram muito.

O Terra Legal (em parceria com o governo) ajudou?   

Esse programa não tem gente, não tem orçamento. A Emater hoje está à disposição para um grande Terra Legal, regularizando tudo. E temos agora a Superintendência de Terras, que vai colocar engenheiros agrônomos, topógrafos, geógrafos, cartógrafos, para ajudar o Terra Legal a acelerar o seu trabalho.                            

“HOJE, 17 RESTAURANTES FINOS DE SÃO PAULO OFERECEM PIRARUCU DE RONDÔNIA”

Muitos que devastaram a Mata Atlântica na Bahia vieram para Rondônia. São gafanhotos...

A defesa da conservação é importantíssima. Em Rondônia temos 60% de florestas, e 40% de território são suficientes para a produção de arroz, soja, boi, tudo o mais: inhame, mel, urucum, pimenta do reino, a fruticultura riquíssima.

Há ainda, muitas áreas degradadas, capoeiras. O agronegócio pode dispor e trabalhar em dois milhões de hectares de plantio. Se forem regularizadas as mais de cem mil propriedades (que aguardam documento), dobra o PIB muito rápido.

Temos um potencial de negócios muito grande, sem contar os garimpos e serviços que são muito fortes. A indústria cresce na medida em que tiver matéria-prima à vontade.

A piscicultura foi um projeto por indução?

Aumentamos 700% esse setor. Quando assumimos a produção era dez mil toneladas, chegou a 120 mil, caiu pra 80 mil e devemos ter atualmente 90 a cem mil t/ano.

Hoje o pirarucu de Rondônia é servido em Brasília e São Paulo. Abrimos mercado no Brasil todo. Nós fomos duas vezes à Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e promovemos o prato. Se você for almoçar lá com o Paulo Skaff (presidente da Fiesp) eles irão lhe servir esse prato. Treinamos 17 restaurantes finos de São Paulo com pirarucu. Eles aprenderam com o nosso pessoal de Rondônia a gastronomia do peixe amazônico.

Qual o potencial de Rondônia na piscicultura?

Um milhão de toneladas. Quando usarmos as águas dos lagos das hidrelétricas [Jirau e Santo Antônio] e de pequenas centrais, alcançaremos esse volume. O que precisa mesmo é de um estímulo: frigoríficos pra comprar o peixe farão “explodir” a produção. Esse é o ponto ainda mais fraco, e um frigorífico em Porto Velho seria o ideal.

Em Itapuã do Oeste temos um em fase de acabamento, temos um pequeno em Vilhena e estão surgindo diversas agroindústrias produzindo carne de peixe moída, filé de peixe desossado. Famílias inteiras aprenderam a fazer isso e já vendem nas gôndolas dos supermercados.

O senhor também incentivou a produção de castanha...

Nós incentivamos tanto a floresta plantada [pinus] quanto o extrativismo natural. Extrativistas do rio Cautário já recebem financiamento do Banco do Povo, a Sedam administrou, de tal forma, que eles não precisam vender para o atravessador boliviano. Eles compram, estocam, afastando o atravessador boliviano.

Já temos algumas agroindústrias secando produto, uma delas em Seringueiras. A castanha sai embalada, vai pra fora, então o pessoal está pegando o rumo. Isto só tem começo, mas não tem fim.

O Gil [Giocondo Vale], de Machadinho d’Oeste, tem a única fazenda certificada do estado com castanha, e preenche todos os requisitos do tripé floresta-lavoura-pecuária. É mais ou menos inspirada no modelo de Paragominas (PA), o único município brasileiro que deu a volta por cima no desmatamento, e passou a aplicar esse modelo de desenvolvimento sustentável.

“MINISTRO DO PT DEU A IDEIA DA FEIRA RONDÔNIA RURAL SHOW”

Como se explica o sucesso da Feira Rondônia Rural Show?

O ex-ministro do desenvolvimento agrário Afonso Florence (PT-BA) descobriu que Rondônia é o estado com a maior agricultura familiar do Brasil. Ele ficou fã de Rondônia e me provocou: vamos botar uma feira? Será que a gente consegue? Vou chamar todo mundo para ver os equipamentos, eu lhe respondi.

Anselmo de Jesus era o secretário de agricultura e hoje vamos para o 7º evento com sucesso incrível. Virou um campo de experimentação, de compra de bois, sementes, tratores, máquinas, e até R$ 50 mil de negócio o juro é zero.

Nove países já visitaram a feira. Polônia, países africanos, Chile, Equador, Bolívia, Peru, representantes comerciais de embaixadas, empresários, e neste ano virão os coreanos.

O que o produtor de Rondônia põe nos estandes da feira?

Só a agroindústria ocupa pavilhões, e a pessoa se perde ali. Nossa meta era(regularizar) 400, mas aproximamos de 700, embora grande parte dependa ainda da regularização da Agência Idaron.

As primeiras começaram Ariquemes, hoje Cacoal e Vilhena têm mais. Todos os municípios, com muito orgulho, construíram as suas. Elas são motivo de orgulho para os prefeitos. Alta Floresta d’Oeste tem, Rolim de Moura tem muitas, todas agregando autogestão, autoemprego – para a família e para os vizinhos. Até os índios estão montando as suas, a exemplo ali de Surpresa [distrito de Guajará-Mirim, próximo ao rio Mamoré]. Deverão vender o couro do pirarucu beneficiado, manejado. 

É a área mais visitada na Rondônia Rural Show, junto com o artesanato e a vitrine tecnológica.

Veja a primeira parte da entrevista 

NÃO ME METO EM NADA DO QUE ELE ESTÁ FAZENDO 

 

Leia e assista na 3ª e última parte da entrevista: 

CONFÚCIO: ”EM TEMPO DE INDIGNAÇÃO, NÃO CORREREI RISCO, NÃO QUERO PROCESSO” – VÍDEO

 

MONTEZUMA CRUZ e OSMAR SILVA
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