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No último final de semana, a cultura rondoniense desafiou todas as recomendações antiaglomerações de pessoas das autoridades sanitárias, por conta do Covid-19 e reuniu mais de centena de pessoas no Teatro Guaporé, para um ato inédito: conferir a ‘imortalidade’ a vinte cidadãos, de uma vez só, nascidos ou aportados aqui.
O ato foi protagonizado pela Academia Rondoniense de Letras, Ciência e Artes (ABL), sob a presidência do acadêmico William Haverly Martins, professor e escritor.
A confraria fundada em 2015, juntou membros da sociedade de Rondônia de quase todas as áreas do conhecimento. De vetustos eruditos do universo acadêmico à fina flor do samba. Todos distinguidos por suas obras e feitos em favor da cultura de Rondônia.
Entre estes, se destaca o jornalista Marco Aurélio do Nascimento Ânconi. Goiano, chegou aqui junto com a jornalista Telma Ânconi, que fez história entre nós, pelas mãos do ex-governador Jorge Teixeira. E desde então vem construindo sua história no jornalismo e noutras artes.

Assim, Marco Aurélio construiu algo que sempre será visto e admirado. Nunca será esquecido. Nem ficará num canto de biblioteca. É visto desde que nasceu e será por todas as gerações futuras. Ele é, simplesmente, o autor do Brasão de Rondônia. Elemento basilar da identidade do Estado. A marca, o carimbo, da nação rondoniense. Um feito difícil de ser sobrepujado.
Talvez, com essa consciência cívica, histórica e cultural, o general Luciano Batista de Lima, da 17ª BIS, fez questão de entregar as honrarias, ao novo imortal, quando soube que era o criador do Brasão de Armas do Estado de Rondônia.

Imagem para a posteridade

Entre eles, Marco Aurélio, na primeira fila dos imortais
Fonte: noticiastudoaqui.com
