Encontro do Aliança pelo Brasil mostra divisão entre líderes de Bolsonaro em Rondônia



 

O 1º Encontro Nacional do Aliança pelo Brasil, novo partido de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, em formação, ocorrido nesta sexta-feira, 24, no hotel Golden Plaza em Porto Velho, na Avenida Jorge Teixeira, movimentou o universo político no final de semana.

O vice-presidente do Aliança pelo Brasil, Luis Felipe Belmonte, representou a executiva provisória nacional no evento que contou também, com o deputado federal Coronel Chrisóstomo, o suplente de senador e empresário Jaime Bagátolli, o coordenador do partido em Ariquemes, Rubens Valentim e apoiadores como o radialista Fábio Camilo, presidente da Federação Nacional de Comunicadores (FENACOM).

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Os líderes do Aliança, receberam o empresário ariquemense e virtual candidato a prefeito pelo Solidariedade, Tiziu Jidalias. Ele, que já foi deputado estadual, continua sendo uma das lideranças políticas prestigiadas no Vale do Jamari.

- Vim a convite do deputado Coronel Chrisóstomo, por quem tenho grande consideração, justificou Tiziu, já que seu partido, em tese, faz parte do bloco de esquerda opositor do governo Bolsonaro.

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Um fato que chamou a atenção foi a ausência do governador Marcos Rocha e do deputado estadual Eyder Brasil, bolsonaristas de primeira hora no PSL. E gerou muitas interrogações. Como por exemplo, o divisionismo nas hostes do governo. É notório os desentendimentos entre o governo de Marcos Rocha e o suplente de senador Jaime bagátolli, liderança nova que vem se fortalecendo no estado a partir de Vilhena, sua base eleitoral. Os dois dizem representar o presidente da República em Rondônia.

Nesse ano de eleições para prefeitos e vereadores, todo mundo sabe, é o momento das classes políticas demarcarem territórios, engrossar fileiras partidárias e conferir o tamanho da força de cada um após a contagem dos votos dos prefeitos eleitos.

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Claro que os mais fortes serão os que saírem das eleições com maior quantidade de prefeituras e assentos nas câmaras municipais de vereadores. É uma batalha preliminar para o grande embate em 2022 quando se elegerá os congressistas e o governador.

Fonte: notíciastudoaqui.com



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