Foi reaberto no Palácio Getúlio Vargas importante museu com grande acervo sobre nossa história



Museu da Memória Rondoniense está localizado no centro de Porto Velho. Espaço ficou fechado por dois anos devido à pandemia de Covid-19 e reformas estruturais.

 

O Museu da Memória Rondoniense (Mero) possui o maior acervo do estado de Rondônia com artefatos arqueológicos, geológicos e paleontológicos. Além disso, conta com um Centro de Documentação que resgata a História e a identidade dos rondonienses a partir de documentos e jornais antigos. Frequentemente também entram em cartaz exposições artísticas.

Após dois anos fechadas, as portas estão novamente abertas à população. Abaixo, veja perguntas e respostas que vão te ajudar a saber como visitar o local.

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Qual endereço?

O Museu fica localizado no antigo Palácio do Governo, na região central de Porto Velho em frente ao Mercado Cultural, que é outro monumento histórico da cidade. Porém, a entrada do Museu não é pelas escadarias principais, mas pela rua Dom Pedro II, número 608.

Quais linhas de ônibus passam próximo ao local?

Todas as linhas de ônibus passam nas proximidades da Praça Marechal Rondon, conhecida como Praça do Baú, exceto as linhas 122 - Santa Marcelina e 215.1 - Universitária lll.

A parada de ônibus fica aproximadamente 300 metros de distância da porta de entrada do museu na rua Dom Pedro ll.

Quais são os dias de visitação?

O espaço está sempre aberto de segunda a sexta. Para atrair o público, o museu prevê que nos últimos domingos de todos os meses também abram as portas, mas essa programação é sujeita a alteração.

Quais horários de visitação?

O horário de funcionamento para o público geral é das 9h às 17h, sem fechar para almoço, nos dias da semana. Para visitação em grupo é necessário o agendamento prévio.

Quando o museu abre no último domingo de cada mês, o horário de funcionamento é das 9h às 12h.

Grupos escolares podem fazer visitas às exposições?

Visitações coletivas podem acontecer. Para isso, é necessário o agendamento prévio pelo e-mail agendamento.mero@funcer.ro.gov.br.

Pesquisadores e estudantes podem fazer pesquisas nos acervos e Centro de Documentação Histórica?

Podem. Para solicitar pesquisas dentro do Museu da Memória Rondoniense, é necessário preencher o formulário online. Após o preenchimento, o interessado receberá um e-mail com todas as informações sobre o agendamento e os procedimentos para início das atividades de pesquisa.

O que está em exposição atualmente?

Na última quinta-feira (6), o museu abriu para o público duas exposições: "Porto Velho revelada?" e "Conhecendo o Museu da Memória Rondoniense".

A primeira exposição foi inspirada no livro "Revelando Porto Velho" do fotógrafo Luiz Brito. Os visitantes podem se teletransportar através das fotografias e conhecer a cidade de Porto Velho em outros contextos e outros anos.

Para a estagiária de história do museu, Tássila Derek, fotografias e estudos como esses são importantes para vislumbrar o que era o território durante o nascimento de Porto Velho.

"A gente vê que essa exposição resgata a memória histórica e traz identificação, porque as pessoas podem chegar aqui e ver e 'ah, eu já frequentei esse lugar' ou 'meu avô ficava ali'... Então tem essa coisa da memória histórica e da memória afetiva também. E é isso que a exposição quer estimular na população", explicou.

Já a exposição "Conhecendo o Museu da Memória Rondoniense" veio para divulgar o trabalho que é realizado todos os dias no próprio local e qual a importância dele não apenas para os profissionais, mas para toda a sociedade que é beneficiada com o resgate da própria identidade.

A responsável pelo núcleo de educação patrimonial e cultura do Museu, Andressa Oliveira, disse que muita gente pensa que o museu "é apenas um espaço expositivo", então a população é convidada a ver o que mais o espaço pode oferecer.

"Conceitos de conservação do acervo, de educação patrimonial que mostra a importância que isso aqui tem para todo mundo… É apresentar o nosso trabalho para que as pessoas possam entender a importância dele e possam se sentir pertencentes para ocupar esses espaços", explicou.

As duas exposições ficam disponíveis para visitação até o final de novembro deste ano, quando vai ser iniciada a preparação para as próximas exposições do museu.

(G1)



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