Comissionadas reclamam de assédio sexual por parlamentar durante a Expovel



A prática acontece também no Governo, onde compadre de Marcos Rocha não é penalizado

 

Servidoras comissionadas estão reclamando do comportamento de um parlamentar, que as teria assediado durante a Expovel, no estande onde trabalhavam. São diversas reclamações, e o cidadão teria falado com cada uma delas isoladamente, demostrando que não estava brincando. Se é que alguém consegue brincar com um assunto desses.

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A orientação do blog é que registrem ocorrência policial, pois em se tratando de crime contra a dignidade sexual a palavra de vítima é levada em consideração. A situação se tornará insustentável para o parlamentar se pelo menos quatro reclamantes forem até a Polícia contando o que aconteceu. Depois é só postar neste espaço mesmo, com a foto dele.

Quando é assim o alvo sempre são as comissionadas, porque elas podem ser exoneradas, já que ocupam cargos de confiança. Elas não pensam que, a partir do momento que o boletim de ocorrência é postado, dificilmente acontecerá a exoneração. Fato assim foi verificado recentemente no DER.

Ainda em relação ao parlamentar alvo das reclamações das comissionadas, com isso é possível entender o comportamento da esposa dele. Ela não perde uma oportunidade de lhe dar uma pisada no pé sempre que tem alguém com celular gravando o casal. A bonitinha já protagonizou vídeos hilários, deixando o cidadão com uma cara bem estranha. Os vídeos se espalham através do WhatsApp. Seria sinal de que ela conhece o marido que tem?

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DER

No DER o chefe que foi denunciado por assédio sexual a uma servidora comissionada não sofreu penalidade alguma. Teve nota de esclarecimento e tudo mais. A nota, aliás, não esclareceu coisa alguma. Pularam e espernearam devido à publicação no blog, mas nada foi feito. Segundo informações, aconteceu uma apuração fanta.

Trata-se de um grande escândalo, com boletim de ocorrência policial, gravação telefônica e até um bilhete, no qual poderia ter sido feito um exame grafotécnico, mas ninguém fez coisa alguma.

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Foi apurado que o assediador costumaz é compadre do governador Marcos Rocha. Não é linguagem figurada, é compadre de batismo mesmo. Apesar disso o blog não conseguiu apurar se o benefício é estendido a todos os compadres ou só àquele que está no DER.

De qualquer forma ele parou de assediar a vítima, e ela não foi exonerada. Por precaução a equipe do blog guardou uma foto do cidadão abraçado com o compadre, para uma eventual matéria, caso alguém sem noção resolva penalizar a servidora.

Surubão do Olaria

Ainda no Governo existiu o caso do “surubão do Olaria”, que era organizado por uma figura do alto escalão, também envolvendo servidoras comissionadas. Dificilmente o cidadão mudou, pois já demonstrou ter certeza da impunidade. De qualquer forma, agora as festas estão suspensas.

Não é que o organizador esteja com medo de alguma coisa, afinal o cidadão sabe que o governador não toma providências nem com um subalterno no DER, quanto mais com um figurão como ele.

Mas o caso é que o rapaz está em lua de mel, e por enquanto prefere ficar quieto.

Cacoal

Por incrível que pareça o blog tem leitores também em Cacoal, e diversos deles pediram para que fosse explicado melhor o caso envolvendo um parlamentar do interior em uma boate LGBT. O blog esclarece que existem alguns equívocos nessa história, que aconteceu há algum tempo mas não cai no esquecimento porque o povo sempre grava na memória acontecimentos envolvendo sexo, políticos e dinheiro público.

Para começar, não existe boate LGBT em Porto Velho, ou pelo menos não existia, na ocasião. Era simplesmente uma boate, onde costumavam se divertir uma pequena parte da comunidade LGBT e héteros. Opção sexual não se discute, mas o caso do parlamentar tomou proporções, à época, por entenderem que envolveu dinheiro público. Não teve isso.

Tudo estava na mais perfeita harmonia, até a esposa do então parlamentar entrar na boate e ver que o cidadão estava acompanhado. Aparentemente a jovem esposa não acreditou na desculpa de que ele participava de reuniões políticas até altas horas da madrugada e resolveu seguir o carro dele. O pau quebrou e ela o qualificou com adjetivos impublicáveis.

Acontece que o parlamentar pagou a pessoa que o acompanhava. Era algo meramente comercial, que acabou não terminando muito bem. Mas ele pagou com dinheiro dele, de seus proventos. A pessoa que o acompanhava não tinha nomeação em cargo público. Esclarecido?

(blogentrelinhas)



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