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Pois é. É isso mesmo que o título acima anuncia. Com o fim do processo na Justiça Eleitoral pedindo a cassação do mandato do governador Marcos Rocha e do seu vice, Sérgio Gonçalves, Rondônia livrou-se de viver um retrocesso no seu desenvolvimento, em função de uma nova eleição para eleger novo governador e novo vice.
Enquanto correria o prazo para esta eleição complementar fora de época, o deputado Marcelo Cruz, presidente da Assembleia Legislativa, assumiria o governo. E como ocorre nestes casos, iria montar sua própria equipe de secretários, e nos demais órgãos do governo. Mesmo ficando com boa parte dos nomes do gestor anterior, muitas diretrizes de políticas públicas seriam revistas e sofreriam novos encaminhamentos.
O fato, é que o estado teria uma ruptura nas suas atividades e a sociedade sofreria o impacto negativo da turbulência política, envolvida na ebulição dos partidos para a definição dos candidatos a um mandato de, praticamente 3 anos de governo. Tempo suficiente para emergir novas lideranças resenhando a geografia política de Rondônia.
E, isto tudo, às portas das eleições para os 52 municípios de Rondônia, cuja pré-campanha está em curso. Não seria uma coisa boa em tempos tão bicudos como o que estamos vivendo.
O procurador eleitoral que não encontrou ‘provas concretas e seguras’ na denúncia e, tampouco, considerou suficiente o suposto uso de 73 pessoas do estado, para provocar dano à eleição, juntou estas peças ao ambiente político e encerrou o processo.
Desta forma, livrou o estado das angustias que estão vivendo Vilhena e Candeias do Jamari. E deixou Rocha na porta do Senado da República. Se não surgir nenhuma tempestade.
É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.
Fonte: noticiastudoaqui.com
